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CMQ
Centro de Métodos Quantitativos


USP ESALQ
Depto. de Ciências Florestais
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UNIVERSIDADE de SÃO PAULO
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13418-900 - Piracicaba - SP
BRASIL
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 CMQ: Centro de Métodos Quantitativos Centro de Métodos Quantitativos
Departamento de Ciências Florestais
Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO


LCF-130 Resolução de Problemas Florestais - 2009


Equipe 6: Ecologia e Restauração de APP/RL


Equipe 6

Integrantes:

Bárbara Simioni Furtado babifurtado@usp.br
Bruno Monteiro Balboni brunobalboni@hotmail.com
Camila Mazão camilamazao@hotmail.com
Júlia Boldrini juliaa_b_@hotmail.com
Stephanie Melin Hoehne stephanie.hoehne@usp.br

Tema: Ecologia e Restauração de APP/RL.

Trabalho 1:Desenvolvimento do sub-tema

Resumo

A recuperação de áreas degradadas é fundamentada em conceitos ecológicos teóricos e práticos que, quando aplicados nesta direção se transforma em uma útil ferramenta para a preservação do meio ambiente e manutenção da biodiversidade (Gandolfi, 2007); o principal deles é a sucessão ecológica (Rodrigues et al. 2007). Sucessão secundária pode ser definida como a sucessão ecológica que ocorre em um dado habitat após uma perturbação, e influenciada pela comunidade previamente existente. Esta é a maneira com que a Floresta Tropical promove a cicatrização das clareiras naturais que ocorrem de maneira não simultânea em diferentes locais e são geradas pela queda de uma ou mais árvores da floresta. Além disso, esta dinâmica de clareiras também parece influenciar na alta biodiversidade das florestas tropicais (Denslow e Hartshorn, 1994). Esta regeneração ocorre desde que exista disponibilidade de sementes de espécies pioneiras no solo (banco de sementes) e de espécies pioneiras e não pioneiras em matas adjacentes (fonte de sementes e propágulos) (Kageyama et al, 1989; Whitmore, 1990). A abertura de uma clareira em meio à floresta implica em diversas mudanças no microclima local. Bazzaz e Pickett (1980) citam que há diminuição da umidade relativa do ar (URA), bem como, aumento na incidência de luz solar, na temperatura do ar e do solo, na entrada de água pelas chuvas e na disponibilidade de nutrientes. Como estas mudanças variam de acordo com o tamanho e forma das clareiras (Hartshorn, 1978), elas são recolonizadas por espécies arbóreas de diferentes grupos ecológicos.

Denslow (1980) divide as espécies arbóreas em três grupos sucessionais baseados em sua tolerância à sombra: de clareira grande, de clareira pequena e de subbosque. Seguindo definições bastante similares, Kageyama e Gandara (2003) as classificam como:

• Pioneiras - Espécies de rápido crescimento que sombreiam o solo ao seu redor, o que permite o surgimento e o desenvolvimento de espécies dos próximos estágios sucessionais. • Secundárias - Grupo com alta diversidade e espécies baixa densidade nas florestas tropicais que apresentam ciclo de vida longo (100 anos ou mais), podem germinar em áreas de pouca luminosidade onde dificilmente terão dormência. • Climácias - Espécies que podem alcançar o dossel (cobertura) e se desenvolver sob o mesmo; as árvores têm ciclo de vida médio a longo (40 a 100 anos ou mais), suas sementes não apresentam dormência e germinam à sombra.

Porém, há três condições ecológicas básicas a serem cumpridas, numa dada ordem hierárquica, para que a sucessão secundária possa ocorrer (Pickett et al ,1987). São elas: • disponibilidade de local propício; • disponibilidade diferencial de espécies • desenvolvimento diferencial destas espécies. Na ausência de uma ou mais destas condições se dá necessária a intervenção humana de forma que esta lacuna seja artificialmente preenchida. Portanto, o estado de degradação de determinada área deve ser cuidadosamente avaliado, a fim de permitir o manejo de forma mais econômica e eficiente possível da área a ser restaurada / recuperada. O desmatamento, a agricultura, a pecuária e a exploração desregrada, leva a escassez da fauna e da flora do local, comprometendo todo o ecossistema. Para a perpetuação de uma floresta é imprescindível que as espécies completem seu ciclo vital. Assim, deve haver produção de frutos e sementes que sejam dispersos, germinem, gerem plântulas que atinjam a fase juvenil recrutadas, posteriormente, para o estágio adulto para assim reiniciar o ciclo. A grande maioria das espécies arbóreas tropicais, ao contrário do que ocorre nas florestas temperadas possuem reprodução cruzada intermediada por animais, estes que também participam da dispersão dos frutos e/ou sementes. Com isso, a participação da fauna nativa se torna indispensável na recuperação de uma área degradada. Como há diferenças legais consideráveis entre a Área de Proteção Permanente (APP) e Reserva Legal (RL), principalmente quanto à sua utilização, o seu planejamento e implantação podem divergir notavelmente. Ao contrário da APP, a RL, implantada pelo proprietário, é passível de manejo. Portanto a escolha das espécies se dá pelo caráter econômico e pelo ecológico o que na APP ocorre apenas pelo último.

Segundo o Código Florestal Brasileiro de 1965, define-se área de preservação permanente (APP) e reserva legal (RL) como:

Área de preservação permanente (APP):

Área coberta ou não por vegetação nativa, com a função ambiental de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica, a biodiversidade, o fluxo gênico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem-estar das populações humanas; Consideram-se de preservação permanente (APP) as florestas e demais formas de vegetação natural situadas:

• Ao longo dos rios ou de qualquer curso d'água desde o seu nível mais alto em faixa marginal cuja largura mínima seja: 1) De 30 (trinta) metros para os cursos d'água de menos de 10 (dez) metros de largura; 2) De 50 (cinqüenta) metros para os cursos d'água que tenham de 10 (dez) a 50 (cinqüenta) metros de largura; 3) De 100 (cem) metros para os cursos d'água tenham de 50 (cinqüenta) a 200 (duzentos) metros de largura; 4) De 200 (duzentos) metros para os cursos d'água que tenham de 200 (duzentos) a 500 (quinhentos) metros de largura; 5) De 500 (quinhentos) metros para os cursos d'água que tenham largura superior a 600 (seiscentos) metros; • Ao redor das lagoas, lagos ou reservatórios d'água naturais ou artificiais; • Nas nascentes, ainda que intermitentes e nos chamados “olhos d'água”, qualquer que seja a sua situação topográfica, num raio mínimo de 50 (cinqüenta) metros de largura; • No topo de morros, montes, montanhas e serras; • Nas encostas ou partes destas com declividade superior a 45º, equivalente a 100% na linha de maior declive; • Nas restingas, como fixadoras de dunas ou estabilizadoras de mangues; • Nas bordas dos tabuleiros ou chapadas, a partir da linha de ruptura do relevo, em faixa nunca inferior a 100 (cem) metros em projeções horizontais; • Em altitude superior a 1.800 (mil e oitocentos) metros, qualquer que seja a vegetação.

Reserva Legal (RL):

Área localizada no interior de uma propriedade ou posse rural, excetuada a de preservação permanente, necessária ao uso sustentável dos recursos naturais, à conservação e reabilitação dos processos ecológicos, à conservação da biodiversidade e ao abrigo e proteção de fauna e flora nativas. As florestas e outras formas de vegetação nativa são suscetíveis de supressão, desde que sejam mantidas, a título de reserva legal, no mínimo:

• Oitenta por cento, na propriedade rural situada em área de floresta localizada na Amazônia Legal; • Trinta e cinco por cento, na propriedade rural situada em área de cerrado localizada na Amazônia Legal, sendo no mínimo vinte por cento na propriedade e quinze por cento na forma de compensação em outra área, desde que esteja localizada na mesma micro bacia, e seja averbada nos termos do § 7º deste artigo; • Vinte por cento, na propriedade rural situada em área de floresta ou outras formas de vegetação nativa localizada nas demais regiões do País; e • Vinte por cento, na propriedade rural em área de campos gerais localizada em qualquer região do País.

Referências Bibliográficas:

BAZZAZ, F.A. & PICKETT, S.T.A. Physiological ecology of tropical succession: a comparative review. Annual review of ecology and systematics, 11: 287-310, 1980.

DENSLOW, J. S. & HARTSHORN, G. S. 1994. Treefall Gap Environments and Forest Dynamic Process. In: L. A. McDade; K. S. Bawa; H. A. Hespenheide; G. S. Hartshorn (eds.). LA SELVA – Ecology and Natural History of a Neotropical Rain Forest. The University of Chicago Press, Chicago, U.S.A. p.120 - 128.

GANDOLFI, S. 2007. Modelos de RAD: Sucessão Ecológica. In: BARBOSA, L.M.; SANTOS JUNIOR, N.A. dos. A botânica no Brasil: pesquisa, ensino e políticas públicas ambientais / Luiz Mauro Barbosa; Nelson Augusto dos Santos Junior – São Paulo, Sociedade Botânica do Brasil, 2007. 680 p.

KAGEYAMA, P.Y.; CASTRO, C.F.A.; CARPANEZZI, A.A. Implantação de Matas Ciliares: Estratégias para Auxiliar a Sucessão Secundária. BARBOSA, L.M. Simpósio sobre mata ciliar, p.130-143, Campinas, 1989, e.1.

KAGEYAMA, P. & GANDARA, F.B. 2003. Restauração e Conservação de ecossistemas tropicais. Pp.383-394 In: L. Cullen Jr.; R. Rudran; C. Valladares-Pádua (Orgs.). Métodos de estudo em Biologia da Conservação e Manejo da vida silvestre. Editora da Universidade Federal do Paraná, Curitiba. PICKETT, S. T. A. , COLLINS, S. L. e ARMESTO, J. J. 1987. A hierarchical consideration of causes and mechanisms of succession. Plant Ecology. Volume 69, 1-3 April, 1987 pp 109 – 114. WHITMORE, T.C. “An Introduction to Tropical Rain Forests”. Clarendon Press, Oxford, 1990.

Trabalho 2 Relatório Final - Problema e Resolução

A mata atlântica é o bioma brasileiro mais degradado, a proteção dos fragmentos florestais remanescentes e a restauração da conectividade física e ecológica entre essas áreas são fundamentais para a reversão desse quadro (Siqueira & Mesquita, 2007). É vantajoso que esta ação esteja associada a alternativas econômicas, para garantir a qualidade de vida das populações das regiões florestais (Gama, 2000).

Como se sabe a RL é passível de manejo, tanto madeireiro quanto não madeireiro. Pré-requisitos: Decreto n.º 53.939, de 6 de janeiro de 2009: Artigo 7º Princípio V - manutenção de cobertura permanente do solo;

“§ 1º - O proprietário ou o titular responsável pela exploração do imóvel, que optar por recompor a Reserva Legal por meio de plantio de espécies arbóreas nativas de ocorrência regional intercaladas com espécies arbóreas exóticas, terá direito à sua exploração. § 2º - Não poderá haver o replantio de espécies arbóreas exóticas na Reserva Legal uma vez findo o ciclo de produção do plantio inicial, exceto no caso de pequenas propriedades.”

Na ESALQ, a RL poderia ser utilizada para fornecer principalmente local de estudos, para diferentes áreas: implantação de RL voltada para manejo, gerar material para serem avaliadas as características de espécies ainda não estudadas como produtividade de madeira ou de PFNM (produtos florestais não madeireiros), propriedades da madeiras e o manejo de floresta tropical.

Porém, como a exploração desta gera impactos, deve-se manejá-la de forma que estes impactos sejam reduzidos ao máximo. Gandara e Kageyama, 1998, citam indicadores de sustentabilidade de uma floresta natural: Diversidade de espécies, Diversidade genética dentro de populações, Espécies indicadoras. (Pode-se apontar dois grupos de espécies indicadoras: i) espécies secundárias raras em florestas primárias que ficam comuns nas matas secundárias; e ii) espécies clímax comuns em florestas primárias e que desaparecem nas florestas secundárias.)

Como praticamente não há dados referentes a estes tipo de estudo, as informações foram extrapoladas a partir de trabalhos de colheita de monocultivos, como Eucalyptus sp. e Pinus sp. bem como de manejo de florestas tropicais.

A exploração pode ser feita com os produtos madeireiros e produtos não-madeireiros, por isso os impactos e as soluções serão encarados da mesma forma:

Segundo Andrade (1998)

Os Impactos na colheita de uma floresta de eucalyptus são: *erosão *formação de espeto *escoriação lateral *perda de casca *rachadura *esmagamento *compactação do Solo

Por ser floresta tropical com finalidade de conservação: *destruição de mudas e árvores ao redor *clareiras *diminuição da biodiversidade *desequilíbrio local (destruição do habitat, diminuição da umidade, diminuição da oferta de sementes)

Madeireiros

Segundo Pinto et al Na floresta primária explorada (FPE), os danos à vegetação adulta remanescente (DAP ≥15 cm), decorrentes das operações de colheita florestal, foram de 33 (10%) árvores danificadas por hectare, sendo: 9 (3%) com danos ao tronco, 13 (4%) com danos à copa, 3 (1%) com danos no tronco e na copa e 8 (2%) árvores mortas. O volume de madeira colhido foi de 18m3/ha. Resultados semelhantes foram obtidos por Jonkers (1987), que em um estudo no Suriname destacou que se a colheita de madeira for menor que 20 m3/ha, raramente, resultará em danos severos à vegetação. Esses resultados estão em consonância com Lanly (1982), que relatou que as taxas de extração de madeira são geralmente baixas e que a colheita em si, se bem planejada, não representa uma ameaça para a produção contínua de madeira. Do total de árvores danificadas, 14 (43%) foram árvores de valor comercial, 10 (30%) foram árvores compotencial futuro e as demais 9 (27%) foram árvores sem valor comercial definido.

Soluções

Erosão: Pode ser controlada pela manutenção de árvores na área, como na RL não se pode cortar mais de 50 % da cobertura vegetal, este impacto não deve ser tão problemático.

Escoriação lateral, perda de casca, rachadura, esmagamento: Derrubada direcionada de forma que o menor número possível de árvores sejam afetadas.

Biodiversidade, desequilíbrio da floresta: Manutenção de Parcelas Permanentes, onde não será explorado nada, para comparação posterior, além de prover propágulos, alimento, abrigo, etc. As mudas dos locais onde cairão as árvores podem ser realocadas, ajudando na manutenção da biodiversidade. Plantio de mudas e semeio a lanço de espécies da região também podem ser feitos, principalmente nas clareiras abertas pela exploração madeireira. As espécies atrativas de fauna podem ser cortadas em tempos diferentes para que a oferta de alimento não reduza tanto de uma só vez. Apicultura, que além de renda, aumenta a polinização e por conseqüência a produção de frutos e sementes.

Diminuição da ciclagem de nutrientes: O processamento das toras é executado dentro da floresta, na zona de corte, pelos produtores, utilizando para o desdobro a motosserra e serraria portátil. -Aspectos positivos: Deposição de galhos, casca e folhas durante a colheita de madeira provocou aumento da fertilização do solo com a ciclagem de nutrientes

Compactação do Solo: Segundo Cruz Andrade O uso de trção animal tem a vantagem de produzir menos danos às árvores remanescentes e à regeneração natural, bem como uma menor compactação dos solos do que os equipamentos de arraste convencionais (Dykstra & Heinrich, 1992). As carretas com dois eixos e pneus mais largos (melhor distribuição da pressão), disposição dos resíduos sobre os pontos de trafego das máquinas (formam um colchão protetor p/ o solo)., planejar atividades de colheita ao longo do ano. Programas de educação ambiental da equipe de colheita da madeira para minimizar impactos como: danos a vegetação adjacente, afugentamento da fauna silvestre.

Não Madeireiros

1) Sementes e fruto ↓ da entrada de indivíduos de uma mesma espécie ↓ demanda de alimento para a fauna ↓ ciclagem dos nutrientes

2) Extração de látex/resina/óleo (copaíba e seringueira):

* Retirada de um composto que a árvore gastou energia para produzir; * Se retirada ao extremo pode matar a árvore e se retirada em grandes quantidades, pode diminuir seu potencial reprodutivo.

Soluções

Manejo dosado de acordo com a espécie, porém não há informação sobre todas elas. No caso de sementes, kageyama (“Recuperação Florestal da Semente a Muda”), cita que o número não deve ultrapassar 50 do que uma árvore produz. Pois pode-se prejudicar o estabelecimento de futuros indivíduos adultos nas populações.

Algumas vantagens do uso do manejo em reservas legais: * Alternativa de renda em áreas de reserva legal. * Pequeno investimento inicial e baixo custo. * Envolvimento da comunidade em todas as etapas do manejo florestal. * Ciclos curtos, com retornos constantes e danos reduzidos pelo baixo impacto ambiental, conservando a estrutura e biodiversidade da floresta.

Referências bilbiográficas

Andrade, Sebastião da Cruz. Amauury Paulo de Souza (orient.) – 1998 Avaliação Técnica Social, Econômica e Ambiental de Dois Sistemas de Colheita Florestal no Litoral Norte da Bahia – Viçosa UFV – Dissertação de Mestrado

SIQUEIRA, L.P. de; MESQUITA, C.A.B. Meu pé de Mata Atlântica: experiências de recomposição fl orestal em propriedades particulares no Corredor Central. 1. ed. Rio de Janeiro: Instituto BioAtlântica, 2007. 188p.

GAMA, M. de M. B. Estrutura, valoração e opções de manejo para uma fl oresta de várzea na Amazônia. 206p. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal de Lavras. Lavras, 2000.

Dykstra, D.P. e Heinrich, R. 1997. Forest harvesting and transport: old problems, new solutions. Keynote presentation for Session 14 (Forest Harvesting and Transport) at the World Forestry Congress, Antalya, Turkey, 13-22 October 1997. Proceedings Vol. 3, pp. 171-186.

Pinto A. C. M.; Souza, A. L. de; Souza, A. P. de; Machado, C. C.; Minette, L. J. e Vale, A. B. 2002 Análise de Danos de Colheita de Madeira em Floresta Tropical Úmida sob Regime de Manejo Florestal Sustentado na Amazônia Ocidental. R. Árvore, Viçosa-MG, v.26, n.4, p.459-466, 2002.

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