Ferramentas do usuário

Ferramentas do site


Barra lateral

CMQ
Centro de Métodos Quantitativos


USP ESALQ
Depto. de Ciências Florestais
ESALQ
UNIVERSIDADE de SÃO PAULO
Av. Pádua Dias, 11
Caixa Postal 09
13418-900 - Piracicaba - SP
BRASIL
publico:users:michelcolmanetti

Michel Anderson Almeida Colmanetti


Linha de Pesquisa

Ecologia Aplicada – Modelagem Ambiental

Formação Acadêmica


Graduação
  • Licenciatura em Ciências Biológicas (2006 - 2009) – Universidade Estadual Paulista/ Júlio Mesquita Filho (UNESP/FCAV)
  • Bacharel em Ciências Biológicas (2010 - 2012) – Universidade Estadual Paulista/ Júlio Mesquita Filho (UNESP/FCAV)
Mestrado
  • Mestre em Biodiversidade e Meio Ambiente – Programa em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente. Área de Concentração: Plantas Vasculares em Análises Ambientais (2011 - 2013) – Instituto de Botânica de São Paulo (IBt)

Resumo

A Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), localizada no “Parque São Marcelo” em Mogi-Guaçu/SP, corresponde a uma área de 240 ha, formada a partir de um reflorestamento com espécies nativas, em 2002. No momento do plantio, 40 parcelas permanentes foram instaladas, sendo 20 avaliadas por Mandetta (2007), com dois anos e meio após o plantio. Atualmente, a vegetação do reflorestamento está com nove anos, tendo sido avaliados, neste estudo, todos os indivíduos do estrato arbóreo (CAP ≥ 15 cm) e do estrato regenerante (altura ≥ 30 cm e CAP < 15 cm), obtidos em amostragens realizadas em 20 sub-parcelas (12,5 x 18 m), locadas nas mesmas 20 parcelas permanentes avaliadas anteriormente. Tendo em vista a importância do solo na vegetação e a diferença de fertilidade do solo entre as parcelas permanentes, avaliou-se a influência das variáveis químicas e físicas do solo, na estrutura e composição dos estratos arbóreos e regenerantes da vegetação da RPPN. Os indicadores utilizados como descritores para a vegetação da RPPN, área basal, altura média, diversidade, equitatividade e densidade, permitiram uma boa avaliação do reflorestamento. Com base nos parâmetros como área basal e altura média do estrato arbóreo, observou-se que a vegetação da RPPN desenvolveu- se conforme o esperado, entre os intervalos de 2 anos e meio e a 9 anos após o plantio. Já para o estrato regenerante, a riqueza e diversidade permitiram verificar que composição do estrato tem sido influenciada, principalmente, pela composição do estrato arbóreo. Houve pouca variação na composição de espécies dos dois estratos, que somam 86 espécies arbóreas, em relação ao que foi plantado, demonstrando pouca influência de espécies alóctones, sendo a alta diversidade utilizada no plantio, um fator determinante para a diversidade observada na RPPN. A variação de fertilidade, existente na área de estudo, influenciou a composição (riqueza de espécies e densidade de indivíduos) e a estrutura (altura média) dos estratos arbóreo e regenerante da RPPN. Houve mais variáveis do solo que se correlacionaram positivamente, do que as que se correlacionaram negativamente com a vegetação dos estratos arbóreo e regenerante da RPPN, demonstrando que a vegetação varia de acordo com os diferentes parâmetros do solo.

  • Bolsista - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
Doutorado
  • Doutorado em Ecologia Aplicada (2014 - atual) - Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”/ Universidade de São Paulo (ESALQ/USP)
  • Tese - Modelagem e estimativa de biomassa e carbono em floresta de Mata Atlântica, na Serra da Cantareira/SP
  • Bolsista - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)

Contato


  • e-mail: michelcolmanetti@gmail.com /michelcolmanetti@usp.br
  • telefone: (19) 2105-8676/(11) 96075-8289
publico/users/michelcolmanetti.txt · Última modificação: 2016/08/25 15:07 por jlpolize