Ferramentas do usuário

Ferramentas do site


Barra lateral

CMQ
Centro de Métodos Quantitativos


USP ESALQ
Depto. de Ciências Florestais
ESALQ
UNIVERSIDADE de SÃO PAULO
Av. Pádua Dias, 11
Caixa Postal 09
13418-900 - Piracicaba - SP
BRASIL
biometria:parsival:artigos-cientificos:prod-biblio

 Batista's Home Page Batista's Home Page

João Luís F. Batista


Produção Bibliográfica

JabRef References output

QuickSearch:   Number of matching entries: 0.

Search Settings

    AuthorTitleYearJournal/ProceedingsReftypeDOI/URL
    Anjos, A. dos., Couto, H.T.Z. do., Batista, J. & Reis, A. Análise do efeito de um manejo em regime de rendimento sustentável sobre o padrão da distribuição espacial do palmiteiro (emphEuterpe edulis Martius), utilização da função K de Ripley. 1998 Revista Árvore
    Vol. 22(2), pp. 215-225 
    article  
    Abstract: Este trabalho teve como objetivo avaliar o efeito de um manejo em reigme de rendimento sustentável sobre o padrão de distribuição espacial do palmiteiro (Euterpe edulis), em um ambiente pouco explorado pelo homem. Utilizou-se a função K de Ripley para analisar o padrão de distribuição espacial. Os resultados indicam que o manejo proposto não altera o padrão espacial das palmeiras exploráveis.
    BibTeX:
    @article{anjos-eal-1998,
      author = {Anjos, A. dos and Couto, H.T.Z. do and Batista, J.L.F. and Reis, A.},
      title = {Análise do efeito de um manejo em regime de rendimento sustentável sobre o padrão da distribuição espacial do palmiteiro (emphEuterpe edulis Martius), utilização da função K de Ripley.},
      journal = {Revista Árvore},
      year = {1998},
      volume = {22},
      number = {2},
      pages = {215-225}
    }
    
    Aranha, B., Batista, J. & Gorenstein, M. Comparação entre os Métodos de Parcelas de Área Fixa Retangular e Circular em um Trecho de Floresta Estacional Semidecidual na Estação Ecológica dos Caetetus, Gália - SP 2005 Resumos do 56o. Congresso Nacional de Botânica  inproceedings  
    Abstract: Compreender de maneira adequada a estrutura da comunidade arbórea é fundamental para a tomada de decisões com fins conservacionsitas em florestas naturais. A maneira de se quantificar a comunidade é através da amostragem, a qual deve ser feita corretamente para reprsentar de forma satisfatória à área estudada. Este trabalho tem como objetivo a comparação dos métodos de amostragem de parcelas de área fixa , circular e retangular, para a caracterização da estrutura fitossciológica e da biodiversidade de uma Floresta Estacional Semidecidual. Foram instaladas 64 parcelas retangulares de 90x10 metros e 64 parcelas circulares com 17 metros de raio, inseridas em 8 linhas distantes 100 metros entre si. Cada linha possui 8 parcelas retangulares com intervalos de 10 metros entre si e 8 parcelas circulares instaladas no ponto central de cada parcela retangular. Foram inventariados todos os indivíduos arbóreos com CAP maior ou igual a 15cm, plaqueados e identificados. Para os dois métodos foram calculados densidade, freqüência, dominância, IVI, IVC e construída uma curva espécies área com o programa estatístico R. Foram encontradas 138 espécies pertencentes à 41 famílias. Para os dois métodos, Metrodorea nigra A. St.-Hil., Aspidosperma polyneuron Müll. Arg., Ocotea indecora Schott. ex Meisn. e Centrolobium tomentosum, Guill. ex Benth. foram as quatro espécies de maior IVI, diferindo quanto a posição da Gallesia integrifolia (Spreng.) Harms, quarto maior IVI na parcela retangular e sexto na parcela circular. As curvas do coletor evidenciaram uma tendência de aumento mais rápida no acúmulo de espécies na parcela circular em comparação à retangular. O método da parcela circular mostrou-se melhor para amostrar um maior número de espécies numa menor área. Esses resultados são preliminares, tendo em vista que, não está completa a identificação de todos os indivíduos.
    BibTeX:
    @inproceedings{aranha-eal-2005,
      author = {Aranha, B.A. and Batista, J.L.F. and Gorenstein, M.R.},
      title = {Comparação entre os Métodos de Parcelas de Área Fixa Retangular e Circular em um Trecho de Floresta Estacional Semidecidual na Estação Ecológica dos Caetetus, Gália - SP},
      booktitle = {Resumos do 56o. Congresso Nacional de Botânica},
      year = {2005},
      note = {publicação em CDROM}
    }
    
    Batista, J. Influence of selective logging on the regeneration pattern of a tropical forest 1997 Proceedings of the IUFRO interdisciplinary uneven-aged management symposium, pp. 259-269  inproceedings  
    Abstract: As atividades de colheita da madeira têm forte impacto sobre a regeneração e desenvolvimento posterior da floresta. Particularmente sensveis à colheita são as árvores jovens, já estabelecidas, localizadas no subdossel da floresta tropical. Neste trabalho é analisado o impacto do corte seletivo, com diferentes nveis de remoção da área basal, sobre a diversidade de espécies, sobrevivencia e crescimento das árvores ingressantes após o corte seletivo. A remoção de 30 a 60% da área basal resulta num maior número de árvores ingressantes, bem com numa maior diversidade de espécies e maior crescimento destas árvores. Embora as diferenças no número de árvores ingressantes e na diversidade de espécies entre parcelas colhidas e parcelas não colhidas tendam desaparecer com o tempo, o maior crescimento das árvores ingressantes em parcelas colhidas persiste até 15 anos após o corte seletivo.
    BibTeX:
    @inproceedings{batista-1997a,
      author = {Batista, J.L.F.},
      title = {Influence of selective logging on the regeneration pattern of a tropical forest},
      booktitle = {Proceedings of the IUFRO interdisciplinary uneven-aged management symposium},
      year = {1997},
      pages = {259-269}
    }
    
    Batista, J. Agro-Silvicultura s.d.   unpublished  
    Abstract: Documento destinados aos alunos do curso de Engenharia Florestal, apresentando alguns conceitos básicos de Agro-Silvicultura.
    BibTeX:
    @unpublished{batista-sd,
      author = {Batista, J.L.F.},
      title = {Agro-Silvicultura},
      year = {s.d.},
      note = {Departamento de Silvicultura, Escola Superior de Agricultura ``Luiz de Queiroz'', Universidade de São Paulo, Piracicaba, 10p.}
    }
    
    Batista, J. Entrevista no Jornal IPEF Notcias 2002 IPEF Notcias
    Vol. 28(161), pp. 12 
    article  
    Abstract: A entrevista trata da definição, importância e contribuições da área de Biometria Florestal dentro das Ciências Florestais e do Setor Florestal brasileiro.
    BibTeX:
    @article{batista-2002,
      author = {Batista, J.L.F.},
      title = {Entrevista no Jornal IPEF Notcias},
      journal = {IPEF Notcias},
      year = {2002},
      volume = {28},
      number = {161},
      pages = {12}
    }
    
    Batista, J. Análise do padrão espacial de florestas: aplicações da estatstica espacial 2001 46a. Reunião Anual da Região Brasileira da Sociedade Internacional de Biometria e 9o. Simpósio de Estatstica Aplicada à Agronomia, pp. 21  inproceedings  
    Abstract: Um aspecto chave para a ecologia e o manejo de florestas é a influência do padrão espacial das árvores sobre os prcoessos ecológicos de competição e simbiose. Tradicionalmente a análise do padrão espcail era realizada por testes de agregação onde a escala espacial em que a agregação era testada não ficava evidente para o pesquisador, sendo função da metodoglia de levantamento de campo utilizada. Com o desenvolvimento dos conceitos de estatstica espacial ligado a processos pontuais, surgiram novas técnicas que permitiam especificar a escala, entretanto, a escala de análise estava restrita aos efeitos árvore-vizinho-mais-próximo. Com o surgimento da análise de segunda ordem (função K de Ripley) tornou-se finalmente possvel a análise do padrão espacial em diferentes escalas especificadas pelo pesquisador. Um avanço que a análise de sgunda ordem permitiu, foi a realização de inferências sobre padrões espaciais pontuais marcados, onde os atributos das árvores individuais pode ser analisado. A aplicação desta técnica no estudo de florestas permite inferências sobre problemas tradicionais da pesquisa florestal, como por exemplo: a teoria da mortalidade dependendente da densidade contra a teoria da mortalidade aleatória, o efeito de agregação sobre a colonização de áreas que sofreram distúrbios naturais, a importância da competição assimétrica entre árvores na definição da estrutura espacial da floresta e a influênica da estrutura do dossel da floresta sobre o ingresso de árvores jovens. As exigências para a utilização da análise estatstica espacial de processos pontuais, e a análise de segunda ordem em particular, na análise de dados florestais envolvem a questão do método de coleta de dados (amostragem versus censo), representatividade das áreas de estudo e utilização de estimativas com correção para efeito de bordadura.
    BibTeX:
    @inproceedings{batista-2001,
      author = {Batista, J.L.F.},
      title = {Análise do padrão espacial de florestas: aplicações da estatstica espacial},
      booktitle = {46a. Reunião Anual da Região Brasileira da Sociedade Internacional de Biometria e 9o. Simpósio de Estatstica Aplicada à Agronomia},
      year = {2001},
      pages = {21}
    }
    
    Batista, J. Mensuração de Árvores: Uma Introdução à Dendrometria 2001   unpublished  
    Abstract: A atividade profissional florestal, como n´os a conhecemos no Ocidente, foi provavelmente iniciada no s´eculo XVIII na Europa, quando o abastecimento de madeira se tornou problem´atico. Nesta ´epoca, a civilizac¸ ?ao Ocidental ainda era uma ?civilizac¸ ?ao da madeira?. A madeira n?ao era apenas a mat´eria prima essencial para edificac¸ ?ao e manufatura em geral, mas tamb´em a principal fonte de energia tanto para atividades dom´esticas quanto industriais. A origem da profiss?ao florestal, portanto, est´a ligada `a quantificac¸ ?ao da madeira dispon´?vel nas florestas e, consequentemente, teve um forte componente de mensurac¸ ?ao.

    A mensurac¸ ?ao florestal evoluiu muito durante a exist?encia da profiss?ao, partindo dos m´etodos de avaliac¸ ?ao originais, que dependiam mais da viv?encia do profissional que de qualquer t´ecnica, chegando `a utilizac¸ ?ao atual de instrumentos de laser e do computador eletr?onico no processamento das informac¸ ?oes. Durante a sua evoluc¸ ?ao, ela manteve uma preocupac¸ ?ao constante com os procedimentos de campo e com os m´etodos de an´alise das informac¸ ?oes. Com o surgimento da teoria estat´?stica no final do s´eculo XIX e in´?cio do s´eculo XX, os florestais tiveram v´arios dos seus m´etodos de campo ratificados pela nascente teoria da amostragem, e puderam lanc¸ar m?ao de novas t´ecnicas de an´alise, como a regress?ao linear, por exemplo.

    Neste volume, apresentamos os elementos b´asicos de Dendrometria, a disciplina das Ci?encias Florestais voltada para mensurac¸ ?ao das ´arvores individuais. O material fornecido se restringe aos t´opicos abordados nos cursos de graduac¸ ?ao sendo, portanto, bastante conciso. Os dois cap´?tulos inciais s?ao dedicados aos conceitos b´asicos envolvidos na atividade de mensurac¸ ?ao. O assunto ´e apresentado de modo bastante simples e seria poss´?vel discut´?-lo com profundidade maior caso se introduzisse alguns elementos da teoria de erros. Os cap´?tulos seguintes (3 a 5) tratam das grandezas mais frequentemente medidas em ´arvores: di?ametro, altura e volume, limitando-se quase que exclusivamente `a apresentac¸ ?ao e explicac¸ ?ao dos m´etodos tradicionais de mensurac¸ ?ao destas grandezas. Os cap´?tulos finais s?ao destinados a apresentac¸ ?ao breve dos principais modelos dendrom´etricos geralmente utilizados na estimativa do volume de madeira de ´arvores e no sortimento desta madeira por classes de uso. S?ao abordadas tanto a utilizac¸ ?ao dos modelos, quanto a construc¸ ?ao destes, embora neste segundo caso

    a ?enfase fique nos aspectos dendrom´etricos e n?ao nos aspectos estat´?sticos de ajuste de modelos por regress?ao.

    O material deste volume foi desenvolvido ao longo dos anos que lecionamos a disciplina de dendrometria para o curso de graduac¸ ?ao em Engenharia Florestal. Sendo um material conciso, representa apenas parcialmente os assuntos tratados nesta disciplina, mas acreditamos que seja ´util ao ensino e `a aprendizagem dos conceitos b´asicos. Esperamos, assim, que seja ´util a professores, estudantes e profissionais envolvidos com

    a quest?ao de mensurac¸ ?ao de ´arvores. Durante os anos de lecionamento de disciplina Dendrometria, muitos nos auxiliaram na produc¸ ?ao deste material. Agradecemos a colaborac¸ ?ao de todos, mas especialmente dos estudantes com suas d´uvidas e sugest?oes, e de D´ebora Let´?cia, que sempre teve disposic¸ ?ao para revisar o texto, melhorando sensivelmente a sua clareza.

    BibTeX:
    @unpublished{batista-2001b,
      author = {Batista, J.L.F.},
      title = {Mensuração de Árvores: Uma Introdução à Dendrometria},
      year = {2001},
      note = {Departamento de Ciências Florestais, Escola Superior de Agricultura ``Luiz de Queiroz'', Universidade de São Paulo, Piracicaba, 45p.}
    }
    
    Batista, J. Introdução ao SPLUS 2000 2000   unpublished  
    Abstract: Apresenta o programa estatstico s-plus na sua versão 2000 para o sistema operacional MS-Windows. O material concentra-se exclusivamente no uso da interface amigavel desta versão para que o usuário se torne rapidamente proficiente no uso do programa para a realização de análise exploratória de dados (gráficos), obtensão de estatticas descritivas e ajustes de modelos simples de regressão linear. Material utilizado nas disciplinas LCF-410 Dendrometria (curso de graduação em Engenharia Florestal) e LCF-732 Bioestatstica Florestal II (PPG em Ciências Florestais).
    BibTeX:
    @unpublished{batista-2000,
      author = {Batista, J.L.F.},
      title = {Introdução ao SPLUS 2000},
      year = {2000},
      note = {Departamento de Ciências Florestais, Escola Superior de Agricultura ``Luiz de Queiroz'', Universidade de São Paulo, Piracicaba, 37p.}
    }
    
    Batista, J. Aplicações da Estatstica Espacial na pesquisa em Ecologia Florestal 1999 44a. Reunião Anual da Região Brasileira da Sociedade Internacional de Biometria e 8o. Simpósio de Estatstica Aplicada à Experimentação Agronômica., pp. 63  inproceedings  
    Abstract: A estatstica espacial vem se tornando uma ferramenta essencial no desenvolvimento de pesquisas na área de Ecologia em geral e na Ecologia Florestal em particular. Os principais métodos e modelos estatsticos utilizados envolvem Geoestatstica e Processos Espaciais Pontuais. Nas aplicações de Geoestatstica, predomina o uso de métodos voltados ao estudo de variáveis ambientais, principalmente variáveis do solo e sua relação com a vegetação. Já nas aplicações envolvendo processos pontuais, utiliza-se estatsticas descritivas de padrões espaciais para se testar hipóteses ecológicas, havendo algumas aplicações voltadas ao ajuste de modelos de processos estatocásticos. Desenvolvimento recente da estatstica espacial diretamente voltados aos estudos ecológicos vêm sugerindo novas abordagens para o delineamento e análise de experimentos de campo em circunstâncias onde os fundamentos da estatstica experimental clássica (aleatroização/ independência, controle local e repetição) não podem ser adequadamente aplicados. A estatstica espacial possui ainda um vasto campo de pesquisa para auxiliar no desenvolvimento da teoria ecológica moderna, pois a pesquisa cientfica autal deve necessariamente lidar com os aspectos de escala e intensidade dos processo ecológicos, aspectos estes que são fundamentalmente espaciais.
    BibTeX:
    @inproceedings{batista-1999,
      author = {Batista, J.L.F.},
      title = {Aplicações da Estatstica Espacial na pesquisa em Ecologia Florestal},
      booktitle = {44a. Reunião Anual da Região Brasileira da Sociedade Internacional de Biometria e 8o. Simpósio de Estatstica Aplicada à Experimentação Agronômica.},
      year = {1999},
      pages = {63}
    }
    
    Batista, J. Mensuração de Árvores: Uma Introdução à Dendrometria 1998   unpublished  
    Abstract: Trata-se de uma introdução a mensuração de árvores abordando o conceito de mensuração, utilização de algarismos significativos, medição de DAP e área basal, medição de altura, estabelecimento de relações DAP-altura, forma do tronco, métodos de cubagem, construação de equações de volume e construação de sistemas de sortimento de madeira. Material utilizado na disciplina LCF-410 Dendrometria do curso de graduação em Engenharia Florestal.
    BibTeX:
    @unpublished{batista-1998a,
      author = {Batista, J.L.F.},
      title = {Mensuração de Árvores: Uma Introdução à Dendrometria},
      year = {1998},
      note = {Departamento de Ciências Florestais, Escola Superior de Agricultura ``Luiz de Queiroz'', Universidade de São Paulo, Piracicaba, 45p.}
    }
    
    Batista, J. Levantamentos Florestais: conceitos de amostragem aplicados ao levantamento de florestas 1998   unpublished  
    Abstract: Material didático utilizado na Disciplina LCF-733 Ecologia Quantitativa (PPG em Ciências Florestais) que apresenta conceitos básicos de estatstica relacionados a amostragem e apresenta os delinamentos amostrais fundamentais: amostragem aleatória simples, amostragem sistemática, amostragem por conglomerados e amostragem aleatória estratificada. Apresenta também os aspectos referentes a escolha de manho de parcela e tamanho de amostra e discute os conceitos fundamentais de monitoramento florestal.
    BibTeX:
    @unpublished{batista-1998b,
      author = {Batista, J.L.F.},
      title = {Levantamentos Florestais: conceitos de amostragem aplicados ao levantamento de florestas},
      year = {1998},
      note = {Departamento de Ciências Florestais, Escola Superior de Agricultura ``Luiz de Queiroz'', Universidade de São Paulo, Piracicaba, 45p.}
    }
    
    Batista, J. Análise de Regressão: Técnicas de Modelagem Florestal 1998   unpublished  
    Abstract: Trata-se de anotações para acompanhamento em sala de aula da disciplina LCF-732 Bioestatstica Florestal II (PPG em Ciências Florestais). O material aborda os temas: resultados básicos em Probabilidade e Estatstica, o modelo linear básico, inferência em análise de regressão, diagnótico e análise de resduos, teste $F$ para falta de ajuste, medidas remediadoras e transformações, inferência linear simultânea em regressão linear, regressão pela origem, regressão linear ponderada, algebra de matrizes, regressão linear múltipla, soma de quadrados extra, regressão padronizada, regressão polinomial, variáveis preditoras qualitativas, diagnóstico em regressão linear e seleção de modelos.
    BibTeX:
    @unpublished{batista-1998c,
      author = {Batista, J.L.F.},
      title = {Análise de Regressão: Técnicas de Modelagem Florestal},
      year = {1998},
      note = {Departamento de Ciências Florestais, Escola Superior de Agricultura ``Luiz de Queiroz'', Universidade de São Paulo, Piracicaba, 223p.}
    }
    
    Batista, J. Um Roterio de Operações no MINITAB 1998   unpublished  
    Abstract: Breve introdução ao MINITAB visando capacitar o leitor a ajustar modelos estatsticos simples utilizando este programa. Material utilizado nas disciplinas LCF-410 Dendrometria (curso de graduação em Engenharia Florestal) e LCF-732 Bioestatstica Florestal II (PPG em Ciências Florestais).
    BibTeX:
    @unpublished{batista-1998d,
      author = {Batista, J.L.F.},
      title = {Um Roterio de Operações no MINITAB},
      year = {1998},
      note = {Departamento de Ciências Florestais, Escola Superior de Agricultura ``Luiz de Queiroz'', Universidade de São Paulo, Piracicaba, 8p.}
    }
    
    Batista, J. Suporte Técnico para Nortear a Preparação do Manual de Boas Práticas para a Utilização do ``Estéreo'' 1998   unpublished  
    Abstract: Em 1998, o Instituto Nacional de Pesos e Medidas (INMETRO) soi solicitado juridicamente a se pronunciar sobre o uso da unidade de medida ``estéreo'' na comercialização de madeira roliça. Embora o ``estéreo'' fizesse parte da tradição, usos e costumes da comercialização de madeira no Brasil, ele não faz parte da Sistema Internacional de Unidades de Medida (SI), da qual o Brasil é signatário. Para organizar a transição do ``estéreo'' para unidades compatveis com o SI, o INMETRO convidou diversas organizações ligadas à comercialização de madeira, sendo solicitada à Sociedade Brasileira de Silvicultura (SBS), que organizasse a reuniões técnicas. Por solicitação da SBS, este relatório foi apresentado nas reuniões técnicas como material básico para orientar as discussões. O relatório apresenta aspectos históricos do uso do ``estéreo'', os conceitos básicos para a sua utilização correta e discute vantagens e desvantagens em relação outras formas de quantificação da madeira roliça.
    BibTeX:
    @unpublished{batista-1998e,
      author = {Batista, J.L.F.},
      title = {Suporte Técnico para Nortear a Preparação do Manual de Boas Práticas para a Utilização do ``Estéreo''},
      year = {1998},
      note = {Piracicaba, 10p.}
    }
    
    Batista, J. Manejo dissetâneo: passado ou futuro. 1997 Boletim Informativo IPEF
    Vol. 3(31), pp. 8 
    article  
    Abstract: Este artigo de divulgação levanta considerações sobre a formação e manejo de florestas dissetâneas sob os aspectos da produtividade do stio florestal, da sustentabilidade da produção, da análise do impacto da atividade florestal sobre a paisagem e do uso social de florestas de produção. Embora seja um tema bastante distante das práticas florestais brasileiras em termos de silvicultura de florestas plantadas, o artigo sugere que o manejo dissetâneo embora resulte em menor produtividade de madeira, possui aspectos positivos do ponto de vista ambiental e social que o qualificam como alternativa para o manejo de florestas plantadas no Brasil.
    BibTeX:
    @article{batista-1997b,
      author = {Batista, J.L.F.},
      title = {Manejo dissetâneo: passado ou futuro.},
      journal = {Boletim Informativo IPEF},
      year = {1997},
      volume = {3},
      number = {31},
      pages = {8}
    }
    
    Batista, J. Fase I: Relações Hipsométricas 1997   techreport  
    Abstract: Este relatório técnico apresenta em detalhes os resultados do desenvolvimentos de modelos de relação hipsométrica visando a estimativa da altura de árvores individuais durante o processamento dos dados de inventário florestal contnuo de florestas plantadas de Eucalyptus grandis e Eucalyptus saligna. Embora os resultados sejam expecficos para as condições da Cia. Eucatex S/A, os métodos e modelos testados são de utilização geral. O relatório inclue um aspecto original em relação aos métodos de modelagem dendrométrica utilizada no Brazil: a comparação dos métodos de quadrados mnimos com métodos de regressão robusta como forma de detectar a melhor forma de automatizar o ajuste de modelos hipsométricos.
    BibTeX:
    @techreport{batista-1997c,
      author = {Batista, J.L.F.},
      title = {Fase I: Relações Hipsométricas},
      year = {1997},
      note = {21p}
    }
    
    Batista, J. Fase II: Equações Volumétricas 1997   techreport  
    Abstract: Em sequência ao projeto de modelos biométricos, este relatório apresenta os resultados da construção de modelos de equações de volume para Eucalyptus grandis e Eucalyptus saligna. O aspecto central do relatório é a análise do nvel de generalidade mais apropriado para os modelos volumétricos dentro da estrutura hierárquica de florestas plantadas: região/propriedade/estrato/talhão.
    BibTeX:
    @techreport{batista-1997d,
      author = {Batista, J.L.F.},
      title = {Fase II: Equações Volumétricas},
      year = {1997},
      note = {33p}
    }
    
    Batista, J. Inventário Florestal 1997   unpublished  
    Abstract: Material didático utilizado no curso de atualização em Inventário Florestal. Trata-se de um texto de nvel intermediário entre a graduação e pós-graduação voltado para atualização de profissionais atuando na área. Este material didático é uma atualização e ampliação do material produzido em 1996 para o I Programa de Reciclagem em Métodos Quantitativos. Os temas desenvolvidos são: itemize item Conceitos básicos de amostragem. item Amostragem aleatória simples. item Tamanho de parcela. item Amostragem sistemática simples. item Amostragem estratificada aleatória. item Amostragem com probabilidade proporcional ao tamanho. itemize
    BibTeX:
    @unpublished{batista-1997e,
      author = {Batista, J.L.F.},
      title = {Inventário Florestal},
      year = {1997},
      note = {III Programa de Reciclagem em Métodos Quantitativos, Curso III, Departamento de Ciências Florestais, Escola Superior de Agricultura ``Luiz de Queiroz'', Universidade de São Paulo, Piracicaba, 42p.}
    }
    
    Batista, J. Relatório de Viagem ao Exterior: Simpósio IUFRO 1.14.00 ``Uneven-aged Silviculture'' e Visita a Pesquisadores da Costa Oeste dos Estados Unidos e Canadá 1997   techreport  
    Abstract: Este relatório apresenta os pontos mais relevantes debatidos no simpósio IUFRO e nas diferentes discussões com pesquisadores em modelagem florestal que ocorreram após o simpósio durante visitas a vários centros de pesquisa. Embora seja um relatório de viagem, a profundidade e detalhamento na apresentação dos temas discutidos qualificam este relatório como técnico. Os temas abordados são: itemize item Manejo dissetâneo face as novas tendências sociais e do conhecimento ecológico moderno. item Visita de campo a experiências com o manejo dissetâneo. item Visita de campo a parcelas de estudo da dinâmica florestal de longo prazo (Dr.~Maguire). item Tipos de dados necessários à construção de modelos de dinâmica florestal (Dr.~Maguire, Dr.~Hann e Dr.~Marshall). item Editoração cientfica (Dr.~Chris Maguire e Dr.~Harrigton). item Modelo de simulação de manejo florestal ao nvel de paisagem (Dr.~Oliver e Dr.~McCarthur). item Caracterização do ambiente luminoso no sub-bosque de florestas (Dr.~Sprugel e Dr.~Hinckley). item O modelo TASS de dinâmica florestal (Dr.~Michell, Dr.~Goudie, Dr.~Nigh e Dr.~Di Lucca). itemize
    BibTeX:
    @techreport{batista-1997f,
      author = {Batista, J.L.F.},
      title = {Relatório de Viagem ao Exterior: Simpósio IUFRO 1.14.00 ``Uneven-aged Silviculture'' e Visita a Pesquisadores da Costa Oeste dos Estados Unidos e Canadá},
      year = {1997},
      note = {17p.}
    }
    
    Batista, J. Notas para acompanhar as aulas da disciplina LME-216 Introdução à Bioestatstica Florestal 1997   unpublished  
    Abstract: Estes apontamentos da disciplina LME-216 Introdução à Bioestatstica Florestal consistem em textos curtos e diretos, enriquecidos com tabelas, gráficos e fórmulas, que foram elaborados visando facilitar ao aluno o acompanhamento das aulas da disciplina. As notas incluem exerccios a serem resolvidos em sala de aula e exerccios propostos para estudo extra sala de aula. Embora as notas cubram todos os tópicos abordados em aula, são indicadas leituras de livros introdutórios de estatstica como material essencial à compreensão dos temas desenvolvidos. Pelo fato de algumas aulas terem sido lecionadas por outro docente, as notas saltam da aula 7 para aula 11.
    BibTeX:
    @unpublished{batista-1997g,
      author = {Batista, J.L.F.},
      title = {Notas para acompanhar as aulas da disciplina LME-216 Introdução à Bioestatstica Florestal},
      year = {1997},
      note = {Departamento de Ciências Florestais, Escola Superior de Agricultura ``Luiz de Queiroz'', Universidade de São Paulo, Piracicaba, 70p.}
    }
    
    Batista, J. Processos Espaciais Pontuais na Modelagem da Estrutura de Florestas Tropicais Naturais. 1996 Simpósio Nacional de Probabilidade e Estatstica (SINAPE)  inproceedings  
    Abstract: A estrutura de florestas tropicais pode ser modelada por diferentes processos espaciais pontuais. Em geral, o padrão espacial das árvores é estudado inicialmente através da função K de Ripley, que sugere os processos pontuais apropriados para os padrões observados. Em área de corte raso da floresta, o processo de re-colonização gera padrões espaciais nitidamente agrupados nos primeiros anos após o corte. O processo Homogêneo de Neyman-Scott parece ser indicado para modelar essa situação e os parâmetros do modelo possuem uma direta interpretação ecológica. Os parâmetros desse modelo podem ser estimado através do critério de mnimos quadrados modificados de Diggle, o que envolve um problema de minimização não linear. A qualidade do ajustamento do modelo é verificada através de envelopes de confiança construidos por simulações de Monte Carlo do processo ajustado. Ambos os métodos são computacionalmente bastante intensivos. Para árvores crescendo sob o dossel da floresta, a sua localização espacial é diretamente influenciada pela a variação espacial na densidade da copa da floresta. O processo Não-Homogêneo de Poisson é um modelo apropriado para simular a estrutura espacial dessas árvores pois a variação na densidade da copa pode ser utilizada para se definir uma função de intensidade que controla o processo. Novamente, a qualidade do ajustamento só pode ser verificada através de envelopes de confiança construidos por simulação de Monte Carlo. Esse modelo tem se mostrado bastante útil mesmo em condições em que a variação da densidade da copa da floresta é representada por métodos indiretos. Um terceiro processo que se presta à modelagem por processos espaciais pontuais é a mortalidade de árvores. Nesse caso a mortalidade pode ser vista como um processo de desbaste atuando sobre um padrão espacial estabelecido (o padrão das árvores vivas). A probabilidade de mortalidade de árvores individuais pode ser modelada através de um modelo linear generalizado com distribuição binomial e função de ligação logit. As variáveis de predição em tais modelos podem incluir tanto variáveis relacionadas aos atributos diretos das árvores com variáveis que descrevem a vizinhaça de cada árvore individualmente. A importância relativa desses dois grupos de variáveis tem importantes implicações sobre quais processos ecológicos estão atuando na definição da mortalidade em florestas naturais.
    BibTeX:
    @inproceedings{batista-1996,
      author = {Batista, J.L.F.},
      title = {Processos Espaciais Pontuais na Modelagem da Estrutura de Florestas Tropicais Naturais.},
      booktitle = {Simpósio Nacional de Probabilidade e Estatstica (SINAPE)},
      year = {1996}
    }
    
    Batista, J. Introdução ao SPLUS: um ambiente computacional para análises estatísticas de dados 1995 Documentos Florestais(5), pp. 1-37  unpublished  
    Abstract: bf S-PLUS é um ambiente integrado para análise estatstica de dados, e essa apostila apresenta os princpios básicos de seu funcionamento, como armazenar dados e realizar análises estatsticas tradicionais.
    BibTeX:
    @unpublished{batista-1995,
      author = {Batista, J.L.F.},
      title = {Introdução ao SPLUS: um ambiente computacional para análises estatísticas de dados},
      journal = {Documentos Florestais},
      year = {1995},
      number = {5},
      pages = {1-37},
      note = {Departamento de Ciências Florestais, Escola Superior de Agricultura ``Luiz de Queiroz'', Universidade de São Paulo, Piracicaba, 50p.}
    }
    
    Batista, J. Spatial dynamics of trees in a Brazilian Atlantic tropical forest under natural and managed conditions 1994 School: University of Washtington  phdthesis  
    Abstract: O trabalho analisa a estrutura espacial horizontal de uma floresta tropical na Mata Atlântica utilizando métodos de estatstica espacial de padrões pontuais. Os dados foram provenientes de um estudo de manejo sustentado de floresta onde as árvore em cada parcela experimental foram mapeadas. O experimento foi instalado em blocos casualizados e compreende nove tratamentos que vão desde um tratamento controle (sem intervenção), corte parciais com diferentes nveis de remoção de área basal, até o corte raso. O padrão espacial de árvores vivas, árvores de ingresso e árvores mortas foi estudado e comparado ao padrão esperado segundo uma adaptação para florestas tropicais das teorias de dinâmica de povoamentos e competição. A medida reduzida de segunda-ordem, ou função K de Ripley, foi usada para descrição do padrão espacial em escalas entre 0.5 e 50~$m$. As diferenças entre povoamentos não-perturbados e aqueles que sofreram intervenções silviculturais também foi analisada. Processos estocásticos pontuais foram utilizados para se modelar os padrões espaciais observados.
    BibTeX:
    @phdthesis{batista-1994,
      author = {Batista, J.L.F.},
      title = {Spatial dynamics of trees in a Brazilian Atlantic tropical forest under natural and managed conditions},
      school = {University of Washtington},
      year = {1994},
      note = {327p.}
    }
    
    Batista, J. Ainda sobre softwares estatsticos: qual a melhor ferramenta? 1991 Jornal do Convênio USP-IPEF
    Vol. V(39), pp. 2 
    article  
    Abstract: Este artigo trata do aspecto do desenvolvimento de softwares estatsticos pelo próprio analista de dados. Ele defende a posição de que o analista de dados não deve despender esforços tentando criar um software totalmente personalizado para as suas analises estatsticas. É mais apropriado, tanto em termos de tempo e esforço quanto em termos de precisão e qualidade das análises, que o analista se utilize um dos inúmeros softwares estatsticos comerciais disponveis de modo que o seu esforço se concentre nas análises a serem realizadas.
    BibTeX:
    @article{batista-1991,
      author = {Batista, J.L.F.},
      title = {Ainda sobre softwares estatsticos: qual a melhor ferramenta?},
      journal = {Jornal do Convênio USP-IPEF},
      year = {1991},
      volume = {V},
      number = {39},
      pages = {2}
    }
    
    Batista, J. A função Weibull como modelo para a distribuição de diâmetros de espécies arbóreas tropicais 1989 School: Universidade de São Paulo (ESALQ)  mastersthesis  
    Abstract: A distribuição Weibull foi ajustada à distribuição de diâmetros de 60 espécies arbóreas de floresta tropical pluvial situada no Estado do Maranhão. Foram testados estimadores de máxima verossimilhança, momentos, percentis e funções lineares. Com exceção dos estimadores de funções lineares, todos os demais produziram, para todas as espécies, distribuições que não diferiram estatisticamente das distribuições observadas. Os estimadores de máxima verossimilhança produziram estimativas com a menor variância, embora os estimadores de percentis tenham produzido as distribuições mais próximas das observadas. Observou-se que as estimativas obtidas pelo método dos percentis são influenciadas pelo número e amplitude das classes diamétricas utilizadas, quando os percentis são calculados com dados agrupados. Apesar da distribuição Weibull ter sido proposta inicialmente como uma distribuição emprica, observou-se que ela pode ser deduzida biologicamente admitindo-se algumas suposições quanto à taxa relativa instantânea de mortalidade de uma população. Quando se considerou a posição das espécies estudadas no processo de sucessão secundária, observou-se uma diminuição no parâmetro da forma ($c$) e um aumento no parâmetro da escala ($b$), do incio para o final da sucessão. Foi possvel identificar quatro padrões de distribuição diâmetros entre as espécies estudadas, havendo uma relação entre as esses padrões e os estágios da sucessão secundária. Apresenta-se uma função discriminante para se identificar o padrão de distribuição de diâmetro de espécies arbóreas usando as estimativas dos parâmetros da Weibull. Não se observaram relações consistentes entre os parâmetros da distribuição Weibull e as caractersticas fitossociológicas das espécies estudadas.
    BibTeX:
    @mastersthesis{batista-1989a,
      author = {Batista, J.L.F.},
      title = {A função Weibull como modelo para a distribuição de diâmetros de espécies arbóreas tropicais},
      school = {Universidade de São Paulo (ESALQ)},
      year = {1989},
      note = {116p.}
    }
    
    Batista, J. O uso do coeficiente de caminhamento na análise de experimentos florestais 1989 Simpósio sobre ``Delinearmento e Análise Estatstica de Experimentos Florestais'', pp. 10  inproceedings  
    Abstract: Na experimentação ideal pode-se estudar a influência direta de um fator sobre outro, mantendo-se constantes todos os demais. Na prática, entretanto, os experimentos florestais são sistemas complexos com muitas variáveis onde a maioria das causas de variação estão fora de controle, podendo inclusive ocultar a influência do fator de estudo. O coeficiente de correlação é frequentemente usado para explorar o grau de relação entre as variáveis de um sistema, embora ele represente apenas a resultante das relações diretas e indiretas entre duas variáveis. O coeficiente de caminhamento permite identificar as relações diretas e indiretas entre as variáveis de um sistema utilizando-se o conhecimento prévio do pesquisador sobre as relações de causa-efeito presentes no sistema de estudo. O presente trabalho procura apresentar o conceito de coeficiente de caminhamento, aplicando-o num teste de progênie de Eucalyptus grandis e num experimento sobre a influência do susbtrato no crescimento de Chorisia especiosa (paineira).
    BibTeX:
    @inproceedings{batista-1989b,
      author = {Batista, J.L.F.},
      title = {O uso do coeficiente de caminhamento na análise de experimentos florestais},
      booktitle = {Simpósio sobre ``Delinearmento e Análise Estatstica de Experimentos Florestais''},
      year = {1989},
      pages = {10}
    }
    
    Batista, J. Relatório de Visita Técnica às instalações da Companhia Vale do Rio Doce em Açailândia e Buriticupu, MA 1989   techreport  
    Abstract: O objetivo da viagem foi conhecer a infra-estrutura do núcleo de pesquisa em Açailândia, MA, e os trabalhos de manejo sustentado desenvolvidos na Reserva de Buriticupu, MA. Em Buriticupu, foi realizado levantamento da regeneração natural de uma área de corte raso onde se pesquisa o efeito do fogo na regeneração.
    BibTeX:
    @techreport{batista-1989c,
      author = {Batista, J.L.F.},
      title = {Relatório de Visita Técnica às instalações da Companhia Vale do Rio Doce em Açailândia e Buriticupu, MA},
      year = {1989},
      note = {??p.}
    }
    
    Batista, J. Silvicultura Urbana 1988   unpublished  
    Abstract: Documento destinado aos alunos do curso de Engenharia Florestal, apresentando as possibilidades das Ciências Florestais na melhoria do ambiente urbano e, consequentemente, da qualidade da vida. São abordados aspectos relacionados ao conceito de Silvicultura Urbana, à importância da vegetação no controle do clima das cidades, da qualidade do ar e do nvel de rudo, aspectos relativos à importância de áreas verdes para recreação da população urbana e à estética do ambiente urbano, e noções gerais sobre arborização de vias públicas.
    BibTeX:
    @unpublished{batista-1988,
      author = {Batista, J.L.F.},
      title = {Silvicultura Urbana},
      year = {1988},
      note = {Departamento de Silvicultura, Escola Superior de Agricultura ``Luiz de Queiroz'', Universidade de São Paulo, Piracicaba, 36p.}
    }
    
    Batista, J. Uso da teoria da probabilidade geométrica para estimar o comprimento total decanais de escoamento numa bacia hidrográfica 1987 IPEF(37), pp. 73-74  article  
    Abstract: A partir do ``problema da agulha de Buffon'', desenvolveu-se um método para estimar o comprimento total dos canais de uma rede de drenagem a partir do número médio de intersecções dessa com uma rede de retângulos. O método desenvolvido foi comparado ao método do curvmetro, não havendo diferença significativa entre as estimativas do comprimento total obtidas por ambos. Propõe-se o uso do novo método devido à sua maior simplicidade e precisão.
    BibTeX:
    @article{batista-1987,
      author = {Batista, J.L.F.},
      title = {Uso da teoria da probabilidade geométrica para estimar o comprimento total decanais de escoamento numa bacia hidrográfica},
      journal = {IPEF},
      year = {1987},
      number = {37},
      pages = {73-74}
    }
    
    Batista, J. Relatório de Visita Técnica à Reserva Florestal da Companhia Vale do Rio Doce em Linhares, ES 1986   techreport  
    Abstract: O objetivo da viagem foi conhecer os experimentos em plantios com espécies arbóreas nativas e os estudos de manejo sustentado de floresta tropical úmida.
    BibTeX:
    @techreport{batista-1986,
      author = {Batista, J.L.F.},
      title = {Relatório de Visita Técnica à Reserva Florestal da Companhia Vale do Rio Doce em Linhares, ES},
      year = {1986},
      note = {??p.}
    }
    
    Batista, J. & de Araújo, E. Tamanho de parcela e métodos e intensidade de amostragem em inventário pré-corte 1990   techreport  
    Abstract: O inventário pré-corte dentro de uma empresa florestal verticalizada, tem como objetivo principal fornecer informação para o dimensionamento das operações de exploração e transporte de madeira e para o planejamento do abastecimento da fábrica. A utilização da ``árvore média'' como base do inventário pré-corte está mais ligada a uma ``cultura'' de trabalho, do que às vantagens dess método como técnica de inventário. Normalmente, os inventários baseados na estimativa direta da produção por unidade de área produzem maior precisão a um custo menor. O objetivo desse trabalho foi discutir as vantagens e desvantagens do uso da árvore média e estudar como as estimativas de um inventário pré-corte podem ser melhoradas. Para isso, dois aspectos foram abordados: (a) o tamanho da parcela e (b) o método e intensidade de amostragem. Todos os estudos foram realizados em florestas de segunda rotação composta por uma mistura de Eucalyptus grandis, Eucalyptus saligna e Eucalyptus urophylla.
    BibTeX:
    @techreport{batista-araujo-1990,
      author = {Batista, J.L.F. and E.F. de Araújo},
      title = {Tamanho de parcela e métodos e intensidade de amostragem em inventário pré-corte},
      year = {1990},
      note = {44p.}
    }
    
    Batista, J. & Bortolletto, G. Relatório: Discussão de Diretrizes Curriculares do Curso de Engenharia Florestal - Reunião na Universidade Federal de Viçosa 1998   unpublished  
    Abstract: Relata o encontro de representantes de diversos cursos de Engenharia Florestal, promovido pela Universidade Federal de Viçosa, visando unificar as propostas de diretrizes curriculares para Eng. Florestal que seriam encaminhadas pelas universidades ao Ministério da Educação.
    BibTeX:
    @unpublished{batista-bortolletto-1998,
      author = {Batista, J.L.F. and Bortolletto, G.},
      title = {Relatório: Discussão de Diretrizes Curriculares do Curso de Engenharia Florestal - Reunião na Universidade Federal de Viçosa},
      year = {1998},
      note = {Piracicaba: Departamento de Ciências Florestais, Escola Superior de Agricultura ``Luiz de Queiroz'', Universidade de São Paulo, 3p}
    }
    
    Batista, J. & Couto, H.T.Z. do. O ``Estéreo´´ 2002 METRVM(2), pp. 1-19  article  
    Abstract: A comercialização da madeira tem tradicionalmente utilizado como unidade de medida básica o ``estéreo'', uma medida de madeira empilhada. Este documento apresenta um breve histórico dessa unidade de medida, como ela se equadra no contexto da mensuração da produção de madeira com base em unidades volumétricas, as diversas formas para se converter medidas volumétricas sólidas de madeira em volume empilhado e discute a questão de se substituir o estéreo por medidas de volume sólido e de massa e biomassa.
    BibTeX:
    @article{batista-couto-2002a,
      author = {Batista, J.L.F. and Couto, H.T.Z. do},
      title = {O ``Estéreo´´},
      journal = {METRVM},
      year = {2002},
      number = {2},
      pages = {1-19}
    }
    
    Batista, J. & Couto, H.T.Z. do. A razão de verossimilhança como alternativa aos testes de aderência: um exemplo de distribuição diamétricas de florestas tropicais 2002 47a. Reunião Anual da Região Brasileira da Sociedade Internacional de Biometria - Programa e Resumos, pp. 42  inproceedings  
    Abstract: Testes de aderência são geralmente empregados para verificar o ajsute de distribuições estatsticas a conjuntos de dados. No case em que duas ou mais distribuições s~ao consideradas como modelos possveis, os testes de aderência acarretam alguns inconvenientes, como por exemplo produzir resultados paradoxais, onde todos os modelos são considerados igualmente adequados ou inadequados. Uma abordagem alternativa consiste no uso da Lei de Verossimilhança, que estabelece como modelo mais apropriado para um conjunto de dados aquele de maior verossimilhança (Royall, 1997). A razão de verossimilhança, ou sua transformação na diferença do critério de informação de Akaike (AIC), pode ser utilizada para compara diretamente os modelos. Essa abordagem é aplicada a dados de diâmetros de 11992 árvores de floresta tropical medidas em 87 unidades amostrais (parcelas). Em cada parcela, ajustou-se as distribuições Exponencial e Weibull, sendo que a Weibull se mostrou muito superior tanto na comparação parcela-a-parcela quanto na comparação global. A utilização direta da razão de verossimilhança, através da sua adaptacção para o critério de Akaike, se mostra como alternativa simples e objetiva para a comparação dos modelos, sem resultados paradoxais.
    BibTeX:
    @inproceedings{batista-couto-2002b,
      author = {Batista, J.L.F. and Couto, H.T.Z. do},
      title = {A razão de verossimilhança como alternativa aos testes de aderência: um exemplo de distribuição diamétricas de florestas tropicais},
      booktitle = {47a. Reunião Anual da Região Brasileira da Sociedade Internacional de Biometria - Programa e Resumos},
      year = {2002},
      pages = {42}
    }
    
    Batista, J. & Couto, H.T.Z. do. Ajuste da Função Weibull à Distribuição de Diâmetros 1990   techreport  
    Abstract: A modelagem da distribuição diamétrica é fundamental nos modelos de prognose de produção baseados em classes de diâmetro. Através dela é possvel estimar o número de árvores que pertence a uma dada classe de diâmetro com base em apenas 2 ou 3 informações (parâmetros) sobre a distribuição. As vantagens da distribuição Weibull para esse tipo de estudo são a sua grande flexibilidade de forma, que permite o ajustamento da distribuição de praticamente qualquer tipo de floresta, e o grande número de formas de ajustá-la, que podem ser escolhidas segundo a precisão desejada e quantidade de recursos disponveis. Esse relatório apresenta o ajuste da distribuição Weibull a florestas de Eucalyptus grandis em primeira rotação no Estado de São Paulo. Foram testados os métodos de ajuste: máxima verossimilhança, percentis, momentos e regressão linear. Os métodos de máxima verossimilhança e percentis se mostraram muito semelhantes entre si, mas superiores aos demais. Indica-se o método dos percentis devido ao seu bom ajuste e à facilidade e rapidez de obtenção das estimativas por esse método.
    BibTeX:
    @techreport{batista-couto-1990a,
      author = {Batista, J.L.F. and H.T.Z. do Couto},
      title = {Ajuste da Função Weibull à Distribuição de Diâmetros},
      year = {1990},
      note = {7p.}
    }
    
    Batista, J. & Couto, H.T.Z. do. Funções de Sobrevivência para Eucalyptus grandis em 1$^a$ rotação 1990   techreport  
    Abstract: Dentro dos modelos de prognose baseados na distribuição de diâmetros, o conhecimento do número de árvores na idade de projeção é essencial para a ``reconstrução'' da distribuição de diâmetros. As funções de sobrevivência, são utilizadas nesses modelos para estimar o número de árvores na idade de projeção. O objetivo desse trabalho foi ajustar funções de sobrevivência que permitam estimar o número de árvores vivas por hectare numa dada idade, a partir do conhecimento do número de árvores na idade atual e o ndice de stio do povoamento. Foram testados vários modelos lineares e não-lineares de função de sobrevivência.
    BibTeX:
    @techreport{batista-couto-1990b,
      author = {Batista, J.L.F. and H.T.Z. do Couto},
      title = {Funções de Sobrevivência para Eucalyptus grandis em 1$^a$ rotação},
      year = {1990},
      note = {7p.}
    }
    
    Batista, J. & Couto, H.T.Z. do. Modelo para a projeção da estrutura de florestas de Eucalyptus grandis em 1$^a$ rotação 1990   techreport  
    Abstract: A estrutura da floresta tem papel central nos modelos implcitos de prognose de produção. Nesses modelos a produção total ao nvel de povoamento é obtida pela totalização do volume de árvores individuais ou de classes de diâmetro cuja frequência é conhecida. No segundo caso, o que é realmente projetado no tempo é a estutura da floresta, podendo ser reconstituda para idade na qual se deseja saber a produção da floresta. Tais modelos permitem a prognose da produção total e também a prognose da produção para produtos especficos: energia, fibras, serraria, laminação, etc. O objetivo desse trabalho foi desenvolver modelos que permitam a projeção da estrutura da floresta de Eucalyptus grandis em primeira rotação, com base na idade futura, número de árvores na idade futura (uso de funções de sobrevivência) e ndice de stio (uso de funções de stio). A estrutura da floresta ou distribuição diamétria foi representada pela distribuição Weibull. Foram testados o método de ``projeção de parâmetros'', onde os parâmetros da distribuição Weibull são estimados em idades futuras com base em equações lineares ajustadas por regressão, e o método da ``recuperação dos parâmetros'' no qual os percentis são estimados em idades futuras por equações lineares e os parâmetros da Weibull são obtidos segundo o método dos percentis. Dado o melhor desempenho das equações lineares de projeção dos percentis, indica-se o uso do método da recuperação dos parâmetros.
    BibTeX:
    @techreport{batista-couto-1990c,
      author = {Batista, J.L.F. and H.T.Z. do Couto},
      title = {Modelo para a projeção da estrutura de florestas de Eucalyptus grandis em 1$^a$ rotação},
      year = {1990},
      note = {5p.}
    }
    
    Batista, J. & Couto, H.T.Z. do. Modelo de prognose da produção baseado na distribuição de diâmetros de Eucalyptus grandis em primeira rotação 1990   techreport  
    Abstract: A finalidade dos modelos de prognose é obter a previsão da produção de madeira de uma floresta, orientando o manejo da floresta no sentido de alcançar as metas estabelecidas. No caso dos modelos de prognose baseados na distribuição de diâmetro deseja-se obter não só a produção total da floresta, mas também a produção de madeira com qualidade especfica, em termos de diâmetro e comprimento de toras. Tais informações, aliadas ao conhecimento do rendimento obtidos no processos industriais, permite a prognose da produção em termos de produto final, sendo a base para o manejo florestal que busca o uso múltiplo da madeira. O objetivo desse trabalho foi apresentar o modelo de prognose desenvolvido para Eucalyptus grandis em primeira rotação, organizando a informação apresentada em relatórios anteriores, de modo a tornar claro como o modelo deve ser utilizado. O relatório apresenta detalhadamente a estrutura do modelo, com todas as estimativas dos parâmetros do modelo, o modo de funcionamento do modelo e um exemplo aplicando o modelo a um povoamento florestal especfico.
    BibTeX:
    @techreport{batista-couto-1990d,
      author = {Batista, J.L.F. and H.T.Z. do Couto},
      title = {Modelo de prognose da produção baseado na distribuição de diâmetros de Eucalyptus grandis em primeira rotação},
      year = {1990},
      note = {9p.}
    }
    
    Batista, J. & Couto, H.T.Z. do. Fitting the Weibull function to diameter distribution of tropical tree species and forests 1990
    Vol. 4IUFRO XIX World Congress, Proceedings, pp. 17 
    inproceedings  
    Abstract: A função Weibull foi ajustada a dados de diâmetro de 60 espécies arbóreas de floresta tropical do Estado do Maranhão, Brasil. Os métodos de estimação dos parâmetros foram: máxima verossimilhança, percentis, momentos e funções lineares. Todos os métodos produziram distribuições que não diferiram estatisticamente das distribuições observadas, exceto o método de funções lineares. As estimativas de máxima verossimilhança tiveram a menor variância, mas as distribuições observadas foram melhor representadas pelo método dos percentis. O número e amplitude de classes de diâmetro influenciou as estimativas de percentis quando os percentis foram obtidos de dados agrupados. Um algoritmo sugerido por Ramsdell mostrou-se adequado na escolha do número e amplitude de classes de diâmetro. A função Weibull também foi ajustada à distribuição de diâmetro de 88 parcelas de inventário, usando o método dos percentis. Entre essas parcelas, somente 19 mostraram estimativas do parâmetro da forma ($c$) da Weibull estatisticamente diferentes (nvel de 5% de probabilidade) de 1 (um). Portanto, a Lei de De Liocourt, como uma representação da distribuição exponencial a qual é um caso particular da função Weibull quando $c=1$, pode ser assumida para a maioria das parcelas. A maioria das espécies estudadas, entretanto, tiveram estimativas do parâmetro da forma diferentes de 1 (um). Isso indica que embora o princpio de De Liocourt possa ser aplicado à floresta tropical como um todo, ele não é valido para as espécies individuais presentes na floresta. As estimativas dos parâmetros da forma e escala da Weibull variam de acordo com o grupo ecológico das espécies como: pioneiras, oportunistas de clareira e clmax.
    BibTeX:
    @inproceedings{batista-couto-1990e,
      author = {Batista, J.L.F. and H.T.Z. do Couto},
      title = {Fitting the Weibull function to diameter distribution of tropical tree species and forests},
      booktitle = {IUFRO XIX World Congress, Proceedings},
      year = {1990},
      volume = {4},
      pages = {17}
    }
    
    Batista, J. & Couto, H.T.Z. do. Uso de análise de agrupamento e função discriminante no estudo de grupos ecológicos de espécies arbóreas tropicais 1989 Encontro de Análise Multivairada e Aplicações, pp. 19  inproceedings  
    Abstract: A análise de agrupamento (``cluster analysis'') foi utilizada para agrupar 60 espécies arbóreas de uma floresta tropical pluvial localizada em Bom Jardim, Maranhão. As variáveis utilizadas para análise foram os parâmetros da função Weibull ajustada à distribuição de diâmetro das árvores de cada espécies. Como o método de agrupamento foram testados: o método da distância média entre grupos (``UPGMA''), o método da distância máxima (``furthest neighbor method''), o método da distância mnima (``nearest neighbor method'') e o método de Ward (``Ward's minimum variance method''). O método de Ward produziu resultado mais consistente, permitindo identificar quatro grupos de espécies com caractersticas ecológicas bem definidas. A partir dos grupos identificados na análise de agrupamento, construiu-se uma função discriminante para se identificar com maior facilidade o grupo a que uma espécie pertence, novamente com base nos parâmetros da função Weibull ajustada à distribuição de diâmetros. A aplicação da função discriminate às 60 espécies estudadas mostrou que apenas uma delas seria classificada em um grupo diferente do grupo original. A análise de agrupamento e a função discriminante foram realizadas usando procedimentos CLUSTER e DISCRIM, respectivamente, do sistema SAS (``Statistical Analysis System'').
    BibTeX:
    @inproceedings{batista-couto-1989,
      author = {Batista, J.L.F. and H.T.Z. do Couto},
      title = {Uso de análise de agrupamento e função discriminante no estudo de grupos ecológicos de espécies arbóreas tropicais},
      booktitle = {Encontro de Análise Multivairada e Aplicações},
      year = {1989},
      pages = {19}
    }
    
    Batista, J. & Couto, H.T.Z. do. Escolha de modelos matemáticos para a construção de curvas de índice de sítio para florestas implantadas de Eucalyptus sp no Estado de São Paulo 1986 IPEF(32), pp. 33-42  article  
    Abstract: O conhecimento da produtividade dos stios que compõem uma região é fundamental para o planejamento, manejo e pesquisa florestal. A construção de curvas de ndice de stio, torna-se portanto, uma ferramenta muito útil para orientar o inventário florestal, a construção de tabelas de volume, previsões de produção estudos de variedades e espécies e estudos de práticas adequadas de manejo florestal. O objetivo do trabalho é a adaptação dos métodos usuais de construção de curvas de ndice de stio para florestas implantadas de Eucalyptus grandis e Eucalyptus saligna no Estado de São Paulo. Foram estudados 8 modelos de curvas de ndice de stio (4 modelos lineares e 4 não lineares) para se ajustar a altura méda das árvores dominantes de parcelas permanentes de inventário, obtidas em medição durante 2 anos sucessivos, em função da idade. Dentre os modelos estudados o proposto por Bailey (1974) foi o mais adequado: $ H = a( 1 - bf e^bI)^c$ onde: H é a média da altura das árvores dominantes; I é a idade das árvores; bf e é a base dos logartmos neperianos; $a$, $b$ e $c$ são parâmetros estimados.
    BibTeX:
    @article{batista-couto-1986,
      author = {Batista, J.L.F. and H.T.Z. do Couto},
      title = {Escolha de modelos matemáticos para a construção de curvas de índice de sítio para florestas implantadas de Eucalyptus sp no Estado de São Paulo},
      journal = {IPEF},
      year = {1986},
      number = {32},
      pages = {33-42}
    }
    
    Batista, J., Couto, H.T.Z. do. & Marquesini, M. Desempenho de modelos de relações hipsométricas: estudo em três tipos de floresta 2001 Scientia Forestalis(60), pp. 149-163  article  
    Abstract: A presença de observações extremas (``outliers'') num conjunto de dados pode ter uma influência diferenciada no desempenho de diferentes modelos ajustados por regressão linear e não-linear. Este ponto é particularmente crtico no caso de modelos de relação hipsométrica, onde o objetivo central é obter estimativas da altura de árvores individuais. Neste trabalho o desempenho de dezoito modelos de relação hipsométrica é analisado em três situações diferentes. Dentre os modelos estudados, cinco modelos são intrinsicamente não lineares, exigindo regressão não-linear para ajustá-los. As situações de estudo foram: relação altura-diâmetro para árvores de uma floresta plantada de Eucalyptus grandis, com idade aproximada de 6~anos; relação altura-diâmetro de árvores de Tabebuia cassinoides (caxeta) de 22 caxetais da região da Mata Atlântica no Estado de São Paulo; e relação altura comercial-diâmetro de árvores de várias espécies nativas provenientes de uma floresta tropical equatorial do Estado do Maranhão. Para análise do desempenho dos modelos, utilizou-se uma técnica de reamostragem dos dados originais sendo possvel determinar o viés, a precisão e a exatidão de cada modelo nas três situações de estudo. Modelos que envolvem transformação da altura como variável resposta sempre produziram viés, com grande prejuzo no desempenho geral do modelo, indicando que a correção do viés é fundamental para a utilização de tais modelos. Os modelos não-lineares, que possuem melhor fundamentação biológica para sua forma funcional, apresentaram desempenho superior aos modelos lineares e foram menos sensveis às particularidades da amostra utilizada para o ajuste. A comparação entre os modelos não-lineares revelou que eles possuem comportamento muito semelhante entre si nos três tipos de floresta estudados.
    BibTeX:
    @article{batista-eal-2001a,
      author = {Batista, J.L.F. and Couto, H.T.Z. do and Marquesini, M.},
      title = {Desempenho de modelos de relações hipsométricas: estudo em três tipos de floresta},
      journal = {Scientia Forestalis},
      year = {2001},
      number = {60},
      pages = {149-163}
    }
    
    Batista, J., Couto, H.T.Z. do. & Rodriguez, L. Análise de Experimentos com Aplicações em SAS 1996   unpublished  
    Abstract: Apostila para curso de reciclagem em análise de experimentos. Aborda os seguintes tópicos: conceitos básicos de experimentação, comparação de dois tratamentos, comparação de vários tratamentos, delineamentos experimentais, experimentos com vários fatores e experimentos hierárquicos. São apresentados vários exemplos reais e os procedimentos para as análises utilizando-se o software SAS (Statistical Analysis System).
    BibTeX:
    @unpublished{batista-eal-1996a,
      author = {Batista, J.L.F. and Couto, H.T.Z. do and Rodriguez, L.C.E.},
      title = {Análise de Experimentos com Aplicações em SAS},
      year = {1996},
      note = {I Programa de Reciclagem em Métodos Quantitativos, Curso III, Departamento de Ciências Florestais, Escola Superior de Agricultura ``Luiz de Queiroz'', Universidade de São Paulo, Piracicaba, 70p.}
    }
    
    Batista, J., Couto, H.T.Z. do. & Rodriguez, L. Métodos de Levantamentos e Inventário Florestal: Aplicações em SAS 1996   unpublished  
    Abstract: Apostila para curso de reciclagem em Inventário Florestal e sistema de amostragem em levantamentos florestais. Aborda os conceitos básicos de amostragem, amostragem aleatória simples, tamanho de parcela, amostragem sistemática simples e amostragem estratificada. Os tópicos são desenvolvidos com exemplos reais, discutindo-se os procedimentos para análise em SAS.
    BibTeX:
    @unpublished{batista-eal-1996b,
      author = {Batista, J.L.F. and Couto, H.T.Z. do and Rodriguez, L.C.E.},
      title = {Métodos de Levantamentos e Inventário Florestal: Aplicações em SAS},
      year = {1996},
      note = {I Programa de Reciclagem em Métodos Quantitativos, Curso IV, Departamento de Ciências Florestais, Escola Superior de Agricultura ``Luiz de Queiroz'', Universidade de São Paulo, Piracicaba, 100p.}
    }
    
    Batista, J., Couto, H.T.Z. do. & Rodriguez, L. Mensuração e Gerenciamento de Pequenas Florestas 1994 Documentos Florestais(5), pp. 1-37  unpublished  
    Abstract: Versão atualizada do trabalho de mesmo ttulo publicado nos sl Documentos Florestais , n.5 de novembro de 1989.
    BibTeX:
    @unpublished{batista-eal-1994,
      author = {Batista, J.L.F. and Couto, H.T.Z. do and Rodriguez, L.C.E.},
      title = {Mensuração e Gerenciamento de Pequenas Florestas},
      journal = {Documentos Florestais},
      year = {1994},
      number = {5},
      pages = {1-37},
      note = {Departamento de Ciências Florestais, Escola Superior de Agricultura ``Luiz de Queiroz'', Universidade de São Paulo, Piracicaba, 36p.}
    }
    
    Batista, J., Kageyama, P. & Gandara, F. Levantamento expedito de vegetação utilizando parcelas de área variável para avaliação da diversidade de espécies 1998 XII Congresso da Sociedade Botânica de São Paulo: Plantas Tropicais: Interações em Ecossistemas Naturais e Agroecossistemas, pp. 84-85  inproceedings  
    Abstract: Com a finalidade de uma rápida avaliação da diversidade de espécies para fins de planejamento ambiental, foi realizado um levantamento da vegetação árborea em floresta pluvial, no Municpio de Eldorado, Vale do Ribeira, São Paulo. O objetivo foi comparar a diversidade de espécies arbóreas existentes entre os primeiros 500m próximos ao rio Taquari com a diversidade de espécies na faixa de 500 a 1000m. O método de levantamento foi o de parcelas de área variável, conhecido na literatura de inventário florestal como amostragem por pontos ou princpio de Bitterlich. O levantamento consistiu em traçar quatro transectos de 1000m a partir do rio, locando a cada 100m um ponto de amostragem. Em cada ponto, utilizou-se o princpio de enumeração angular (princpio de Bitterlich) para a seleção das árvores a serem includas na amostra. Para comparar a diversidade de espécies utilizou-se o ndice de diversidade de Shannon, mas o método também permitiu o cálculo de ndices fitossociológicos como dominância, densidade, frequência, IVI e IVC. Com apenas 8 dias de trabalho de campo foi possvel instalar 40 pontos, amostrando um total de 195 espécies arbóreas, num total de 758 árvores selecionadas na amostra (incluindo árvores mortas em pé). O ndice de Shannon obtido para faixa até 500m do rio Taquari foi de 4.3237, contra o valor de 4.2092 para faixa de 500 a 1000m, resultando numa diferença estatsticamente significativa ao nvel de 5% de probabilidade entre as faixas. Os resultados indicam uma maior diversidade e riqueza de espécies na faixa de ecossistema ripário (até 500m do rio) do que na região de menor influência do rio. Como método de levantamento expedito, a amostragem com parcelas de área variável se mostrou de fácil execução em campo, permitindo a obtensão de ndices quantitativos de forma rápida e eficiente.
    BibTeX:
    @inproceedings{batista-eal-1998,
      author = {Batista, J.L.F. and Kageyama, P.Y. and Gandara, F.B.},
      title = {Levantamento expedito de vegetação utilizando parcelas de área variável para avaliação da diversidade de espécies},
      booktitle = {XII Congresso da Sociedade Botânica de São Paulo: Plantas Tropicais: Interações em Ecossistemas Naturais e Agroecossistemas},
      year = {1998},
      pages = {84-85}
    }
    
    Batista, J. & Maguire, D. Modeling the spatial structure of tropical forests. 1998 Forest Ecology and Management
    Vol. 110(1/3), pp. 293-314 
    article  
    Abstract: A estrutura espacial de povoamentos de floresta tropical sob diferentes condições de manejo foi modelada como uma série de processos espaciais pontuais diferentes. Inicialmente, o padrão espacial dos povoamentos foi analisado através da função K para auxiliar na escolha do processo apropriado para os padrões observados. O prcesso homogêneo de Neyman-Scott descreveu acuradamente a distribuição de árvores vivas da regeneração de áreas que sofreram corte raso, onde o padrão tende a ser agregado. Os parâmetros foram estimados através da minimização do critério de quadrados mnimos modificado de Diggle e a qualidade do ajuste foi analisada através de comparações de envelopes de confiança construdos pos simulação de Monte Carlo. As estimativas dos parâmetros podem ser interpretadas para auxiliar a a compreensão dos processos ecológicos que influenciam a recolonização de áreas perturbadas. O processo Poisson não homogêneo foi estudado na simulação do padrão espacial de árvores ingressantes sob o dossel da floresta. A função de intensidade desse processo foi inversamente
    BibTeX:
    @article{batista-maguire-1998,
      author = {Batista, J.L.F. and Maguire, D.A.},
      title = {Modeling the spatial structure of tropical forests.},
      journal = {Forest Ecology and Management},
      year = {1998},
      volume = {110},
      number = {1/3},
      pages = {293-314}
    }
    
    Batista, J., Marquesini, M., Souza, F.M. de., Gorenstein, M., Vanini, A., Vettorazzi, C. & Couto, H.T.Z. do. Manual de Coleta de Dados: Projeto de Levantamento do Estoque de Palmiteiro na Região do Vale do Ribeira 2001 METRVM(1), pp. 1-9  article  
    Abstract: O presente documento é o Manual de Coleta de Campo utilizado no Projeto ``Levantamento do Estoque de Palmiteiro (Euterpe edulis) na Região do Vale do Ribeira''. São apresentados os critérios, métodos e procedimentos utilizados pelas equipes que realizaram o levantamento de campo. O projeto foi desenvolvido pelo Laboratório de Métodos Quantitativos do LCF-ESALQ em parceria com o IPEF e Fundação Florestal, sob coordenação do Prof. João L. F. Batista
    BibTeX:
    @article{batista-eal-2001b,
      author = {Batista, J.L.F. and Marquesini, M. and Souza, F.M. de and Gorenstein, M.R. and Vanini, A. and Vettorazzi, C.A. and Couto, H.T.Z. do},
      title = {Manual de Coleta de Dados: Projeto de Levantamento do Estoque de Palmiteiro na Região do Vale do Ribeira},
      journal = {METRVM},
      year = {2001},
      number = {1},
      pages = {1-9}
    }
    
    Batista, J., Marquesini, M. & Viana, V. Equações de volume para árvores de caxeta (Tabebuia cassinoides) no Estado de São Paulo e sul do Estado do Rio de Janeiro. 2004 Scientia Forestalis(65), pp. 162-175  article  
    Abstract: Equações de volume são a base para a execução de inventários florestais, que por sua vez são essenciais à elaboração dos planos de manejo sustentado de florestas. Os modelos de equação de volume são tradicionalmente aplicados a espécies arbóreas monopodiais, embora existam várias aplicações a espécies simpodiais. Este trabalho analisa modelos de equação de volume para árvores de caxeta (Tabebuia cassinoides) no Estado de São Paulo e sul do Estado do Rio de Janeiro, sendo testados modelos de dupla entrada e modelos de equações locais para estimar o volume comercial para diâmetro comercial mínimo de 7cm e 12cm. Dentre os modelos de dupla entrada, o modelo Schumacher-Hall se mostrou superior aos demais para os dois diâmetros comerciais, mas no caso de 7cm a forma logarítmica ajustada por regressão linear foi a melhor, enquanto que no caso de diâmetro comercial de 12cm a forma geral ajustada por regressão não-linear teve o melhor ajuste. Dentre as equações locais de volume, o modelo de potência ajustado por regressão não-linear se mostrou superior, apresentando ajuste muito próximo aos modelos de dupla entrada quando foi incluída no modelo a variável região, que subdivide os dados em tipos florestais mais homogêneos.
    BibTeX:
    @article{batista-eal-2004,
      author = {Batista, J.L.F. and Marquesini, M. and Viana, V.M},
      title = {Equações de volume para árvores de caxeta (Tabebuia cassinoides) no Estado de São Paulo e sul do Estado do Rio de Janeiro.},
      journal = {Scientia Forestalis},
      year = {2004},
      number = {65},
      pages = {162-175}
    }
    
    Batista, J. & Schilling, A. Um algoritmo matricial para construção da "curva de acumulação de espécies" 2006 METRVM(3), pp. 1-12  article  
    Abstract: A ``curva de acumulação de espécies'' é uma representação gráfica com grande utilização nas áreas de ecologia, fitossociologia e inventário florestal. Esse documento apresenta um algoritmo matricial para construção da curva de acumulação de espécies que parte da matriz de presença-ausência de espécies por unidade amostral. Como todos os passos do algoritmo são operações matriciais, espera-se que a computação da curva com base nesse algoritmo seja bastante rápida em softwares com processamento vetorial. O documento ilustra ainda que, com base nesse algoritmo, se torna bastante simples gerar curvas ``médias'' e intervalos de confiança empíricos através da permutação da ordem das unidades amostrais.
    BibTeX:
    @article{batista-schilling-2006,
      author = {Batista, J.L.F. and Schilling, A.C.},
      title = {Um algoritmo matricial para construção da "curva de acumulação de espécies"},
      journal = {METRVM},
      year = {2006},
      number = {3},
      pages = {1-12}
    }
    
    Batista, J., Vettorazzi, C. & Couto, H.T.Z. do. Relatório da Fase III: Levantamento Regional do Estoque -- Relatório Final 2000   techreport  
    Abstract: A conciência por parte de técnicos e conservacionistas do Vale do Ribeira da progressiva redução das populações do palmiteiro (Euterpe edulis), constrastava com a ausência de informações sobre o grau e extensão desta redução. O projeto teve como objetivo traçar um quadro objetivo da abundância do palmiteiro na região do Vale do Ribeira com base em informações geográficas (Macrozoneamento do Vale do Ribeira e do Litoral Sul) e em levantamentos de campo. Os resultados mostram que a abundância do palmiteiro na região de estudo como um todo se apresenta bastante aquém do esperado para o caso de populações sem interferência antrópica. A baixa abundância do palmiteiro resulta da alta proporção de florestas alteradas e degradadas, onde o palmiteiro foi intensivamente explorado (44% das florestas do Vale do Ribeira), e da progressiva exploração de populações de palmiteiro em florestas mais preservadas. Enquanto o estoque de indivduos aldultos se apresenta em boas condições nas florestas em melhor estado de conservação e de acesso mais difcil, os estádios iniciais de desenvolvimento do palmiteiro se encontram subrepresentados mesmo nestas condições. Nas Unidades de Conservação concentram-se as florestas menos degradadase as populações de palmiteiro em melhores condições. Infelizmente, a densidade de indivduos cortados também se mostra supeiror nestas áreas, indicando que a exploração ilegal do palmiteiro vem adentrando as Unidades de Conservação.
    BibTeX:
    @techreport{batista-eal-2000a,
      author = {Batista, J.L.F. and Vettorazzi, C.A. and Couto, H.T.Z. do},
      title = {Relatório da Fase III: Levantamento Regional do Estoque -- Relatório Final},
      year = {2000},
      note = {40p.}
    }
    
    Batista, J., Vettorazzi, C. & Couto, H.T.Z. do. Relatório de Conclusão 2000   techreport  
    Abstract: O consenso entre técnicos, conservacionistas e a população do Vale do Ribeira quanto a progressiva redução das populações do palmiteiro (Euterpe edulis), contrasta com a ausência de informações quantitativas sobre o grau e extensão desta redução. O presente projeto teve como objetivo traçar um quadro objetivo da abundância do palmiteiro na região. O projeto foi desenvolvido em três etapas: (1) classificação das áreas florestadas da região em classes de aptidão para presença do palmiteiro, (2) estudo do sistema de amostragem, (3) levantamento regional do estoque do palmiteiro. As áreas de maior aptidão para presença do palmiteiro se apresentaram em maciços ao longo da Serra de Paranapiacaba e na região do Parque Estadual de Jacupiranga. Por outro lado, as áreas de menor aptidão são fragmentadas e estão localizadas na região baixa do vale do rio Ribeira de Iguape. O levantamento do estoque indicou que a abundância do palmiteiro na região como um todo se apresenta bastante aquém do observado em populações sem interferência antrópica. A baixa abundância do palmiteiro resulta da alta proporção de florestas alteradas e degradadas, onde o palmiteiro foi intensivamente explorado, e da progressiva exploração de populações de palmiteiro em florestas mais preservadas. Já nas florestas em melhor estado de conservação e de acesso mais difcil, o estoque de indivduos adultos se apresenta em melhores condições. Os estádios iniciais de desenvolvimento do palmiteiro, no entanto, se encontram subrepresentados mesmo nestas áreas. As florestas menos degradadas e as populações de palmiteiro em melhor estado de conservação se concentram no interior das unidades de conservação. Infelizmente, a densidade de indivduos cortados também se mostra superior nestas áreas, indicando que a exploração ilegal do palmiteiro vem adentrando as unidades de conservação.
    BibTeX:
    @techreport{batista-eal-2000b,
      author = {Batista, J.L.F. and Vettorazzi, C.A. and Couto, H.T.Z. do},
      title = {Relatório de Conclusão},
      year = {2000},
      note = {218p.}
    }
    
    Batista, J., Vettorazzi, C. & Couto, H.T.Z. do. Relatório da Fase I: Levantamento Regional das Áreas com Aptidão para a Presença do Palmiteiro 1999   techreport  
    Abstract: O objetivo do projeto foi o levantamento do estoque de palmiteiro na Região do Vale do Ribeira. Nesta primeira fase, construiu-se um banco de dados em Sistema de Informações Geográficas (SIG) com três planos de informação: cobertura vegetal, classes de altitude e localização aproximada de núcleos habitacionais. Estes três planos foram cruzados atráves de um sistema de pesos relativos para gerar um mapa de aptidão de presença do palmiteiro. O sitema de pesos relativos foi construindo utilizando-se a metodologia de Matriz de Prioridades. O mapa gerado foi utilizado na criação de estratso para guiar a amostragem estatstica do estoque de palmiteiro.
    BibTeX:
    @techreport{batista-eal-1999a,
      author = {Batista, J.L.F. and Vettorazzi, C.A. and Couto, H.T.Z. do},
      title = {Relatório da Fase I: Levantamento Regional das Áreas com Aptidão para a Presença do Palmiteiro},
      year = {1999},
      note = {21p.}
    }
    
    Batista, J., Vettorazzi, C. & Couto, H.T.Z. do. Relatório da Fase II: Definição do Sistema de Amostragem. 1999   techreport  
    Abstract: Para realizar o levantamento do estoque foi necessário definir a melhor metodologia de amostragem de campo. Foram analisadas algumas alternativas: amostragem por conglomerados ou amostragem por parcelas individuais, forma de parcela (em faixa, retangular ou circular), tamanho ótimo de parcela/conglomerado. O estudo da metodologia foi realizado tanto para o número de árvores adultas, quanto para o número de indivduos nos diferentes estádios de regeneração natural. O estudo foi realizado em duas áreas, uma de floresta primária (baixa influência antrópica) e uma de floresta secundária (alta influência antrópica). Quando o custo do trabalho de campo é considerado, o levantamento por conglomerados com quatro subunidades se mostrou mais eficiente, enquanto que as parcelas circulares se mostraram ligeiramente superiores que as demais em termos de tempo de instalação e medição.
    BibTeX:
    @techreport{batista-eal-1999b,
      author = {Batista, J.L.F. and Vettorazzi, C.A. and Couto, H.T.Z. do},
      title = {Relatório da Fase II: Definição do Sistema de Amostragem.},
      year = {1999},
      note = {25p.}
    }
    
    Batista, J., Vettorazzi, C. & Couto, H.T.Z. do. Relatório da Fase II: Manual de Coleta de Dados 1999   techreport  
    Abstract: O manual detalha os procedimentos de campo utilizados pelas equipes de medição durante a coleta de dados de campo do projeto. São detalhados os procedimentos para medição dos parâmetros, para instalação dos conglomerados e das parcelas, e para preenchimento da ficha de campo.
    BibTeX:
    @techreport{batista-eal-1999c,
      author = {Batista, J.L.F. and Vettorazzi, C.A. and Couto, H.T.Z. do},
      title = {Relatório da Fase II: Manual de Coleta de Dados},
      year = {1999},
      note = {10p.}
    }
    
    Batista, J., Vettorazzi, C. & Couto, H.T.Z. do. Relatório da Fase III: Levantamento Regional do Estoque -- Relatório Preliminar 1999   techreport  
    Abstract: O relatório apresenta dados preliminares do levantamento do estoque de palmiteiro na Região do Vale do Ribeira. O processo de estratificação é detalhado e são apresentadas as análises parciais referentes aos dados dos estratos I e II. Os resulatdos indicaram que mesmos nos estratos com maior aptidão para presença do palmiteiro, a densidade de árvores vivas com DAP~$>$~5cm foi baixa.
    BibTeX:
    @techreport{batista-eal-1999d,
      author = {Batista, J.L.F. and Vettorazzi, C.A. and Couto, H.T.Z. do},
      title = {Relatório da Fase III: Levantamento Regional do Estoque -- Relatório Preliminar},
      year = {1999},
      note = {12p.}
    }
    
    Batista, J. & Vidal, E. Comparison of fixed area plots and variable radius plot for estimating tree species diversity 2002 45th Symposium of the International Association for Vegetation Science, pp. 19  inproceedings  
    Abstract: Forest inventory and ecological studies in tropical forests have traditionaly used fixed area field plots (FAP) as sampling units. The total area sampled in usually regarded as sampling effort and, therefore, tree species with higher density (trees per unit area) have higher probability of being sampled. Variable radius plot (VRP) are also traditional in forest inventories in Europe and North America, but it is not commonly used in tropical forest studies. In a VRP sample, the probability of sampling a tree specie depends not only on the species density, but also on the individual tree sizes. We used a tree map of a 24.5 ha permanent plot of a Eastern Amazon forest (Paragominas, Para State, Brazil) to simulate FAP and VRP sampling methods. VRP required a larger number of plots to sample a similar number of species sampled by FAP, but under appropriate field conditions, VRP are generally faster and easer to install and measure than FAP. Considering the number of sampled trees as sampling effort, VRP tend to sample more species with less effort.
    BibTeX:
    @inproceedings{batista-vidal-2002,
      author = {Batista, J.L.F. and Vidal, E.},
      title = {Comparison of fixed area plots and variable radius plot for estimating tree species diversity},
      booktitle = {45th Symposium of the International Association for Vegetation Science},
      year = {2002},
      pages = {19}
    }
    
    Bertani, D., Batista, J. & Rodrigues, R. Dynamics and spatial pattern of riverine tree community in different scales: chanes with soil type 2002 45th Symposium of the International Association for Vegetation Science, pp. 155  inproceedings  
    Abstract: The community dynamics, growth and spattial pattern of a riverine forest in Passa Cinco River, Ipeúna city (22o26'08" S, 47o43'04" O), São Paulo state, were studied. The forest mosaic is constituted by three vegetation types, which are positively correlated with different soil types. All individuals (DBH $>~5~cm$) were mapped and measured in 1989 and 1998, along a river side, in 157 continuous 5x10 m plots, in a total of 0,785 ha. Spatial analyses were based on Ripley's K function. The mortality and recruitment rates of community were similar, indicating stability in this period. High differences in dynamics parameters between the three vegetation types of the riverine mosaic were recorded. The forest type immediately along the river showed high differences in comparison to other two vegetation types, with high mortality and growth rates, and clustered spatial pattern of individual trees. This characteristic seems to be related to the floowed river dynamics. The other two forest types, which are away from the river overflow area, showed random spatial pattern, tending towards regularity. Some caracteristcs like soil, topoghraphy and river overflow dynamics are important agents that determine the spatial distribution and dynamics of tree individuals. These effects may not detected in a higher scale, because of the environmental heterogeneity found in riverine areas.
    BibTeX:
    @inproceedings{bertani-eal:2002,
      author = {Bertani, D.F. and Batista, J.L.F. and Rodrigues, R.R.},
      title = {Dynamics and spatial pattern of riverine tree community in different scales: chanes with soil type},
      booktitle = {45th Symposium of the International Association for Vegetation Science},
      year = {2002},
      pages = {155}
    }
    
    Bertani, D., Rodigues, R., Batista, J. & Shepherd, G. Análise temporal da heterogeneidade florística e estrutural em uma floresta ribeirinha. 2001 Revista Brasileira de Botância
    Vol. 24(1), pp. 11-23 
    article  
    Abstract: Neste trabalho, foram estudadas a composição florstica e a estrutura fitossociológica da vegetação em um fragmento de floresta ribeirinha, ao longo do rio Passa Cinco, Ipeúna, SP. Foram amostradas 157 parcelas contínuas de 5~$~10~m, em uma área de 0,785~ha. Foram feitas medidas de diâmetro e mapeados todos os indivduos com DAP maior ou igual a 5~cm, em 1989 e 1998. Constatou-se a presença de um mosaico vegetacional e discutiram-se os possveis fatores definidores deste mosaico. Foram, também, verificadas as alterações florsticas e fitossociológicas na área após nove anos. As análises multivariadas da vegetação mostraram a presença de três grupos vegetacionais com grande sobreposição aos três tipos de solo identificados na área. As análises quantitativas da estrutura da comunidade mostraram diferenças em cada um destes grupos, que se mantiveram ao longo do tempo, indicando associações florsticas próprias com grande correlação à cada tipo de solo. O grupo vegetacional sobre solo aluvial, na faixa imediatamente paralela ao curso d'água, apresentou diferenças florísticas mais pronunciadas, e maior diversidade de espécies, área basal e densidade de indivduos. Em nove anos, poucas alterações na estrutura fitossociológica foram observadas para as espécies de maior valor de importância na área, com um aumento de 2,01% do número total de indivduos e 2,80% na área basal total.
    BibTeX:
    @article{bertani-eal:2001,
      author = {Bertani, D.F. and Rodigues, R.R. and Batista, J.L.F and Shepherd, G.J.},
      title = {Análise temporal da heterogeneidade florística e estrutural em uma floresta ribeirinha.},
      journal = {Revista Brasileira de Botância},
      year = {2001},
      volume = {24},
      number = {1},
      pages = {11-23}
    }
    
    Capretz, R. & Batista, J. O uso da análises de segunda ordem (função-K de Ripley) para detecção do padrão espacial em três áreas submetidas a manejo silviculturais diferentes na região de Paragominas, Pará. 2003 10o. Simpósio de Estatísitca Aplicada à Experimentação Agronômica e 48a. Reunião Anual da Região Brasileira da Sociedade Internacional de Biometria  inproceedings  
    Abstract: O objetivo do presente trabalho foi avaliar o desempenho das técnicas tradicionalmente utilizadas para seleção de modelos espaciais. Para tal, foram utilizadas 134 parcelas de 525 m2, georreferenciadas e lançadas sistematicamente em 1000 hectares de eucalipto. Estas parcelas foram utilizadas para ajustar dois modelos espaciais por meio de dois métodos de ajuste, e para realizar a validação cruzada. A validação preditiva foi realizada com 124 parcelas com características semelhantes às 134 do ajuste. A seleção foi efetuada com base na medida de precisão do ajuste, nos gráficos e nas estatísticas da validação cruzada e preditiva. A análise gráfica das validações revelaram uma similaridade muito grande entre os modelos avaliados. Verificou, a partir das estatísticas das validações, que os modelos 1 e 2 foram os que apresentaram melhores desempenho. O critério de desempate se deu através do grau de dependência espacial de cada modelo. Observou-se que a validação cruzada ou preditiva é indispensável na seleção de modelos espaciais. A validação cruzada com ou sem a reestimação dos parâmetros superestimou a precisão da krigagem quando comparada com a validação preditiva em todos os modelos e métodos de ajuste testados.
    BibTeX:
    @inproceedings{capretz-batista-2003a,
      author = {Capretz, R.L. and Batista, J.L.F.},
      title = {O uso da análises de segunda ordem (função-K de Ripley) para detecção do padrão espacial em três áreas submetidas a manejo silviculturais diferentes na região de Paragominas, Pará.},
      booktitle = {10o. Simpósio de Estatísitca Aplicada à Experimentação Agronômica e 48a. Reunião Anual da Região Brasileira da Sociedade Internacional de Biometria},
      year = {2003}
    }
    
    Capretz, R. & Batista, J. Análise dos Padrões Espaciais de Árvores de Quatro Formações Florestais Diferentes, através de Análises de Segunda Ordem, como a Função-K de Ripley. 2003 VI Congresso de Ecologia do Brasil: Ecossistemas Brasileiros: Manejo e Conservação  inproceedings  
    BibTeX:
    @inproceedings{capretz-batista-2003b,
      author = {Capretz, R.L. and Batista, J.L.F.},
      title = {Análise dos Padrões Espaciais de Árvores de Quatro Formações Florestais Diferentes, através de Análises de Segunda Ordem, como a Função-K de Ripley.},
      booktitle = {VI Congresso de Ecologia do Brasil: Ecossistemas Brasileiros: Manejo e Conservação},
      year = {2003}
    }
    
    Capretz, R. & Batista, J. Análise dos Padrões Espaciais de Árvores de Quatro Formações Florestais do Estado de São Paulo, através de Análises de Segunda Ordem, como a Função-K de Ripley 2003 IV Simpósio do Programa BIOTA/FAPESP  inproceedings  
    Abstract: A forma com que a vegetação se organiza no espaço é a chave para observar alguns dos processos ecológicos da fitocenose. A descrição da forma de ocupação das árvores na floresta é acompanhada pela análise com profundidade da ecologia das espécies integrantes de cada formação florestal, de forma a embasar discussões, dentro do Projeto Parcelas Permanentes, a respeito da ecologia da comunidade como um todo, com ênfase em processos que regem a dinâmica florestal, como competição, capacidade de dispersão e crescimento das árvores. A observação do padrão espacial da floresta em um dado momento permite realizar inferências sobre a sua história. O estudo da distribuição espacial de uma dada espécie pode revelar informações importantes sobre a sua ecologia, pois reflete os acontecimentos ocorridos desde o estabelecimento das primeiras plântulas desta espécie no local até o momento (Haase 1997). Desde a síndrome de dispersão de sementes, das condições de solo e luz, da germinação, da densidade dos indivíduos conspecíficos, da atuação de herbívoros e da dinâmica de sombreamento e abertura de clareiras no dossel da floresta (Condit et al. 2000), todos estes processos interferem no estabelecimento e no padrão espacial das árvores. Portanto, para estudar cada um destes acontecimentos da dinâmica florestal com profundidade, é vital se conhecer o modo com que as árvores ocupam a floresta. Alguns autores, como Sterner et al. (1986), sustentam que a maioria dos fatores que influenciam o padrão espacial tem origem em interações bióticas, sobretudo em relações tróficas. Os fatores exógenos (ou abióticos), entretanto, influenciam o padrão espacial tanto quanto os endógenos (bióticos). Cada um dos elementos listado anteriormente influi em maior ou menor intensidade a cada momento da vida da planta (Batista 1994). O modo como as características de cada formação florestal podem influir sobre o padrão espacial das árvores é uma informação ecológica relevante, de forma a trazer luz aos conhecimentos sobre ecologia de espécies arbóreas e a dinâmica das comunidades a qual pertencem (Armesto et al. 1986, Condit et al. 2002). Um dos objetivos de se estudar o padrão espacial dentro das Parcelas Permanentes é buscar elementos que possam contribuir para esta questão, através do estudo das espécies que coincidem entre as áreas cobertas pelo projeto. A competição entre as espécies depende da sua densidade: em teoria, quando o número de indivíduos de uma dada população se aproxima da capacidade suporte daquele ambiente, os recursos da floresta assumem caráter limitante. Tal fato ocorre de modo mais pronunciado no que se refere à disponibilidade de locais com boas condições de solo, de luz ou mesmo do espaço para o crescimento da árvore, seja no dossel, seja no solo propriamente dito (Haase et al 1997). A competição interespecífica pode gerar efeitos de inibição, como a alelopatia, onde o crescimento de uma espécie impede o estabelecimento de outra, ou mesmo efeitos de atração, quando a presença de uma espécie promove condições mais favoráveis ao desenvolvimento de outra. O estudo dessas interações entre espécies permite observar, entre outras coisas, a proximidade de seus nichos ecológicos. Outros processos, como a competição intraespecífica, herbivoria e ocorrência de doenças nas árvores estão relacionados intimamente com a formação ou não de agrupamentos (Sterner et al 1980, Grau 2000), sobretudo nas áreas em torno da fonte de sementes, as árvores-mãe. O estudo dos padrões espaciais em diferentes estágios de vida das árvores permite a observação destes fenômenos. Assim, esta pesquisa tem como objetivos descrever o padrão espacial em cada uma das fisionomias florestais estudadas no Projeto Parcelas Permanentes, buscando observar como as similaridades e diferenças entre as formações florestais atuam sobre este padrão.
    BibTeX:
    @inproceedings{capretz-batista-2003c,
      author = {Capretz, R.L. and Batista, J.L.F.},
      title = {Análise dos Padrões Espaciais de Árvores de Quatro Formações Florestais do Estado de São Paulo, através de Análises de Segunda Ordem, como a Função-K de Ripley},
      booktitle = {IV Simpósio do Programa BIOTA/FAPESP},
      year = {2003}
    }
    
    Couto, H.T.Z. do., Batisa, J. & Rodriguez, L. Introudção ao Sistema SAS - ``Statistical Analysis System'' 1996 Documentos Florestais(5), pp. 1-37  unpublished  
    Abstract: Apostila para curso introdutório ao software estatstico SAS (Statistical Analysis System). Trata do funcionamento básico do software, como introduzir os dados para análise e procedimentos para manipulação de dados, construção de gráficos de análise exploratória de dados, estatsticas descritivas, teste Chi-Quadrado, teste $t$ e regressão linear.
    BibTeX:
    @unpublished{couto-eal-1996,
      author = {Couto, H.T.Z. do and Batisa, J.L.F. and Rodriguez, L.C.E.},
      title = {Introudção ao Sistema SAS - ``Statistical Analysis System''},
      journal = {Documentos Florestais},
      year = {1996},
      number = {5},
      pages = {1-37},
      note = {Laboratório de Métodos Quantitativos, Departamento de Ciências Florestais, Escola Superior de Agricultura ``Luiz de Queiroz'', Universidade de São Paulo, Piracicaba, 57p.}
    }
    
    Couto, H.T.Z. do., Batisa, J. & Rodriguez, L. Mensuração e Gerenciamento de Pequenas Florestas 1989 Documentos Florestais(5), pp. 1-37  article  
    Abstract: Esse trabalho apresenta métodos de determinação de idade ótima de corte, de mensuração de árvores em pé, medição de parcelas de inventário e estimativa do volume em pé de pequenos povoamentos florestais. Ele é destinado aos alunos do curso de Engenharia Agronômica e a outros profissionais não florestais que se vejam na situação de estimar o volume de madeira de pequenas área de florestas plantadas.
    BibTeX:
    @article{couto-eal-1989,
      author = {Couto, H.T.Z. do and Batisa, J.L.F. and Rodriguez, L.C.E.},
      title = {Mensuração e Gerenciamento de Pequenas Florestas},
      journal = {Documentos Florestais},
      year = {1989},
      number = {5},
      pages = {1-37}
    }
    
    Couto, H.T.Z. do. & Batista, J. Estimativa de ndice de stio 1990   techreport  
    Abstract: O objetivo desse trabalho foi testar modelos de curvas de ndice de stio para plantações de Eucalyptus grandis em primeira rotação e elaborar programas para testar os modelos escolhidos com possibilidade de aplicação a outros tipos florestais (espécies, rotações, desbastes, práticas de manejo, etc.). As curvas de stio foram construdas pelo método da curva guia, testando-se modelos lineares e não-lineares. Concluiu-se que o melhor modelo foi o modelo linear ajustado pelo método da equação das diferenças.
    BibTeX:
    @techreport{couto-batista-1990a,
      author = {Couto, H.T.Z. do and J.L.F. Batista},
      title = {Estimativa de ndice de stio},
      year = {1990},
      note = {6p.}
    }
    
    Couto, H.T.Z. do. & Batista, J. Relações Hipsométricas 1990   techreport  
    Abstract: O trabalho faz parte do projeto de desenvolvimento de um modelo de prognose da produção com base na distribuição diamétrica para Eucalyptus grandis em primeira rotação. O modelo estima a distribuição diamétrica numa idade futura com base em variáveis ao nvel de povoamento. Uma vez que a distribuição diamétrica da floresta é conhecida, é necessário saber a altura média correspondente a cada classe diamétrica, para assim se estimar o volume de madeira por classe de diâmetro. Para isso utilizam-se relações hipsométricas que permitem estimar a altura total das árvores a partir do diâmetro. Os objetivos desse trabalho foram estabelecer uma relação hipsométrica geral, estudar diferentes modelos de estimativa da altura total de árvores em função da classe de diâmetro, ndice de stio, diâmetro máximo, idade e número de árvores por hectare, e elaborar programas de computador para testar os modelos sugeridos, que pudessem ser aplicados a outros tipos de florestas. Foram testados vários modelos lineares, sendo que o de melhor desempenho teve como variáveis de predição o ndice de stio, o diâmetro e a razão entre ndice de stio e idade.
    BibTeX:
    @techreport{couto-batista-1990b,
      author = {Couto, H.T.Z. do and J.L.F. Batista},
      title = {Relações Hipsométricas},
      year = {1990},
      note = {7p.}
    }
    
    Couto, H.T.Z. do. & Batista, J. Equações de volume a diferentes nveis de aproveitamento 1990   techreport  
    Abstract: As equações de volume a diferentes nveis de aproveitamento são equações que permitem estimar o volume de uma árvores para diferentes finalidades de utilização da madeira. As finalidades normalmente estabelecem padrões de comprimento e diâmetro mnimo de tora, as equações permitem definir o volume de uma árvores de acordo com esses padrões. Os objetivos desse trabalho foram: (a) testar modelos de equações de volume para diferentes nveis de aproveitamento para Eucalyptus grandis em primeira rotação; (b) definir um sistema de cálculo de volume visando o uso múltiplo de árvores em função do diâmetro mnimo e comprimento de toras de modo a estimar volumes para serraria, polpa e energia; (c) elaborar programas de computador que permitam o ajuste de equações similares para outros tipos de florestas. Foram ajustadas equações para o volume total das árvores e equações ndice de volume que permitem estimar o volume para diferentes nveis de aproveitamento. O relatório apresenta os modelos ajustados com as estimativas dos parâmetros e estatsticas de ajuste, além de vários exemplos de aplicação dos modelos ajustados para se estimar o volume para ávores individuais.
    BibTeX:
    @techreport{couto-batista-1990c,
      author = {Couto, H.T.Z. do and J.L.F. Batista},
      title = {Equações de volume a diferentes nveis de aproveitamento},
      year = {1990},
      note = {11p.}
    }
    
    Couto, H.T.Z. do. & Batista, J. Sistema de prognose baseado em equações da diferença 1988   techreport  
    Abstract: Um sistema de prognose (estimativa do potencial futuro de madeira em uma determinada área) tem como objetivo principal fornecer informações para a tomada da decisões na empresa florestal. Decisões quanto ao abastecimento de madeira própria ou de terceiros, venda de excedentes, idade ótima de corte, ampliação de uma fábrica, custo de produção e transporte devem ser tomadas com base num sistema seguro de prognose. A Duratex Florestal S.A. preocupada em desenvolver um sistema de prognose de volume de madeira para as suas florestas de Pinus e Eucalyptus implantadas em diferentes regiões do Brasil onde atua, estabeleceu com a ESALQ/USP, através da FEALQ, um convênio de cooperação técnico-cientfico com o objetivo de assegurar informações básicas para fundamentar as operações de manejo, assim como auxiliar as decisões gerenciais. Esse relatório apresenta modelos de prognose baseado em funções da diferença onde a variável dependente é a diferença em volume cilndrico (área basal vêzes altura média das árvores dominantes) entre duas épocas de medição de um povoamento. A variável de predição é a diferença da idade do povoamento nas duas épocas de medição. Uma vez o volume cilndrico é projetado para uma determinada idade futura, o volume empilhado do povoamento (em esteres) é obtido através de uma função linear simples. Vários modelos para a equação da diferença e para a função de transformação volume cilndrico-empilhado foram testadas.
    BibTeX:
    @techreport{couto-batista-1988,
      author = {Couto, H.T.Z. do and J.L.F. Batista},
      title = {Sistema de prognose baseado em equações da diferença},
      year = {1988},
      note = {8p.}
    }
    
    Drucker, D., Anselmo, C., Costa, J., Andriolli, M., Batista, J. & Rodrigues, R. Avaliação do desenvolvimento de uma comunidade florestal aos três anos de idade em área de restauração de mata ciliar no campus da ESALQ-USP. 2001 9o. Simpósio Internacional de Iniciação Cientfica da Unviersidade de São Paulo (SICUSP)  inproceedings  
    Abstract: Em 1998 iniciou-se a restauração de área ciliar de 1,25~ha às margens do Ribeirão Piracicamirim, baseada no conceito de sucessão ecológica. Introduziu-se 1144 indivduos de 30 espécies arbóreas nativas em glebas de solo hidromórfico freqüentemente encharcado, solo sujeito a encharcamento periódico e solo seco livre de encharcamento; objetivando-se estabelecer relação entre o desenvolvimento das espécies e variáveis edafoclimáticas. Durante três anos mediu-se o crescimento em altura de pelo menos 30 indivduos de 12 das espécies introduzidas na área, sendo 7 pioneiras, 2 secundárias iniciais e 2 secundárias tardias; avaliando-se o crescimento em altura por espécie, por grupo sucessional e por gleba. Os indivduos das espécies pioneiras Cordia superba Cham, Croton urucurana Baill e Schinus terebinthifolius Raddi apresentaram alta taxa de crescimento para todas as condições de stio; a segunda desenvolvendo-se bem em condições de solo freqëntemente encharcado e a última em solo seco. As espécies secundárias tardias apresentaram menor crescimento em altura e, em condições alagadiças, alta taxa de mortalidade. As espécies secundérias iniciais apresentaram alta taxa de crescimento em solo seco e alta mortalidade nas demais situações. Os resultados evidenciam diferenças entre o comportamento das espécies e suas potencialidades na restauração de áreas ciliares.
    BibTeX:
    @inproceedings{drucker-eal-2001,
      author = {Drucker, D.P. and Anselmo, C.E. and Costa, J.C. and Andriolli, M. and Batista, J.L.F. and Rodrigues, R.R.},
      title = {Avaliação do desenvolvimento de uma comunidade florestal aos três anos de idade em área de restauração de mata ciliar no campus da ESALQ-USP.},
      booktitle = {9o. Simpósio Internacional de Iniciação Cientfica da Unviersidade de São Paulo (SICUSP)},
      year = {2001}
    }
    
    ESALQ/CENA Relatório de Atividades do Grupo de Trabalho Constituído com vistas à Elaboração de um Projeto para a Criação de um Instituto ou Unidade, Relacionado às Áreas de Ciências Florestais e Ambientais -- Portaria Conjunta ESALQ/CENA NO. 001, de 25/04/2003 2004   unpublished  
    BibTeX:
    @unpublished{esalq-cena-2004,
      author = {ESALQ/CENA},
      title = {Relatório de Atividades do Grupo de Trabalho Constituído com vistas à Elaboração de um Projeto para a Criação de um Instituto ou Unidade, Relacionado às Áreas de Ciências Florestais e Ambientais -- Portaria Conjunta ESALQ/CENA NO. 001, de 25/04/2003},
      year = {2004},
      note = {Piracicaba: Escola Superior de Agricultura ``Luiz de Queiroz'' (ESALQ) -- Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA), Universidade de São Paulo, 8p}
    }
    
    Gandara, F., Grattapaglia, D., Kageyama, P., Batista, J., Ciampi, A., Walter, B., Cavalcanti, T., C., U. & Abdala, G. Towards the development of genetic and ecological parameters for in situ conservation of forest genetic resources 1997 Workshop Internacional sobre Monitoramento da Biodiversidade em Unidades de Conservção Federais - Proceedings and Papers, pp. 95-111  inproceedings  
    Abstract: O conhecimento da demografia e genética das espécies arbóreas tropicais é fundamental para a sua conservação it in situ. Este trabalho apresenta as bases teóricas para o desenvolvimento de parâmetros genéticos e ecológicos para conservação de espécies arbóreas utilizados no projeto CENARGEN/EMBRAPA - ESALQ/USP. O trabalho também detalha a metodologia descrevendo as áreas de estudo, as espécies alvo, os levantamentos de vegetação e definição da parcela permanente de estudo, os levantamentos demográficos e genéticos, e os métodos de análise genética e demográfica. Por fim o trabalho sugere diretrizes para o monitoramento da biodiversidade em florestas tropicais.
    BibTeX:
    @inproceedings{gandara-eal-1997,
      author = {Gandara, F.B. and Grattapaglia, D. and Kageyama, P.Y. and Batista, J.L.F. and Ciampi, A.Y. and Walter, B.M.T. and Cavalcanti, T.B. and Udry C. and Abdala, G.},
      title = {Towards the development of genetic and ecological parameters for in situ conservation of forest genetic resources},
      booktitle = {Workshop Internacional sobre Monitoramento da Biodiversidade em Unidades de Conservção Federais - Proceedings and Papers},
      publisher = {IBAMA/GTZ},
      year = {1997},
      pages = {95-111}
    }
    
    Gorenstein, M. & Batista, J. Métodos de Amostragem no Levantamento da Comunidade Arbórea em Floresta Estacional Semidecidual 2005 Resumos do 56o. Congresso Nacional de Botânica  inproceedings  
    Abstract: Diferentes métodos de amostragem foram comparados para o levantamento da comunidade arbórea em floresta estacional semidecidual. Testou-se o método de Bitterlich, que tem sido pouco utilizado, com os métodos de parcelas e de pontos quadrantes. Fez-se um estudo de simulação do método de quadrantes, a fim de analisar um possível viés na estimativa da densidade. No uso do método de Bitterlich, faz-se inicalmente a seleção do fator de área basal mais adequado. Em geral, as estimativas de povoamento e diversidade não aparesentaram diferenças significativas. O fator de área basal igual a 3 foi selecionado porque mostrou melhor resultado. Em uma segunda análise, os métodos de parcelas de área fixa, pontos quadrantes e pontos de Bitterlich foram comparados. As 100 parcelas contíguas de 10x10 m amostraram 59 espécies. Os 177 pontos de quadrantes amsotram 69 espécies e os 45 pontos de Bitterlich asmotraram 57 espécies. O método de Bitterlich apresentou dificuldades no trabalho de campo devido à falta de visibilidade em alguns pontos. O método de quadrantes, além de amostrar maior número de espécies, foi melhor na análise de esforço amostral por tempo. No estudo de simulação, foram geradas florestas hipotéticas com padrão aleatório, regular e agrupado com diferentes densidades. O efeito do tamanho da amostra não mostrou efeito significativo na redução do viés. Os valores de viés relativo da estimativa da densidade variaram desde +70,3% (florestas regulares) até -75,7% (florestas fortemente agrupadas). De um modo geral, a densidade de árvores não causou efeito na estimativa do viés. O método de quadrantes superestima a densidade para as florestas com padrão espacial agrupado. Finalmente, pode-se concluir que o método de quadrantes foi o que apresentou melhor desempenho na amostragem da diversidade da comuniade.
    BibTeX:
    @inproceedings{gorenstein-batista-2005,
      author = {Gorenstein, M.R. and Batista, J.L.F.},
      title = {Métodos de Amostragem no Levantamento da Comunidade Arbórea em Floresta Estacional Semidecidual},
      booktitle = {Resumos do 56o. Congresso Nacional de Botânica},
      publisher = {Sociedade Brasileira de Botânica},
      year = {2005},
      note = {publicação em CDROM}
    }
    
    Gorenstein, M., Batista, J. & Durigan, G. Padrão espacial e amostragem por quadrantes: um estudo através de simulação de Monte Carlo 1999 44a. Reunião da Região Brasileira da Sociedade Internacional de Biometria e 8o. Simpósio de Estatstica aplicada à Experimentação Agronômica, pp. 136  inproceedings  
    Abstract: O método de quadrantes, dentre os métodos de distância, é bastante usado em levantamentos de florestas tropicais. Sua grande difusão se deve à economia de tempo na amostragem, quando comparado com o método de parcelas de área fixa (Cottam e Curtis, 1956; Martins, 1993). O método pressupõe que as árvores tenham um padrão espacial completamente aleatório para que a estimativa da densidade (arv/ha) seja sem viés (Morisita, 1957). Apesar do seu amplo uso, não há consenso entre os pesquisadores, se a completa aleatoriedade espacial (CAE) é apropriada para florestas tropicais. Este trabalho analisa o efeito de desvios da CAE em direção a padrões agrupados sobre a estimativa da densidade obtida pelo método de quadrantes. Foram feitas simulações usando densidades de 300, 600 e 900 árvores por hectare em uma janela de observação de 25 ha (500~$~500m). Os padrões espacias analisados foram o completamente aleatório (processo binomial com as densidades acima) e o padrão Poisson agrupado com parâmetros: número de agrupamentos = 750, raio médio dos agrupamentos = 50, 75 e 100m. Para cada padrão gerado, foram feitas 200 simulações de amostragem usando o método de quadrantes sugerido por Cavassan (1982). Os resultados indicam que de fato não há viés sob a CAE, mas leves desvios da CAE acarretam em elevadas subestimativas da densidade, principalmente para os menores raio de agrupamento (50 metros). Não houve relação entre a densidade e o viés. A comparação emprica da CAE como pressuposição válida em florestas tropicais é fundamental para a validade da aplicação do método de quadrantes.
    BibTeX:
    @inproceedings{gorenstein-eal-1999,
      author = {Gorenstein, M.R. and Batista, J.L.F. and Durigan, G.},
      title = {Padrão espacial e amostragem por quadrantes: um estudo através de simulação de Monte Carlo},
      booktitle = {44a. Reunião da Região Brasileira da Sociedade Internacional de Biometria e 8o. Simpósio de Estatstica aplicada à Experimentação Agronômica},
      year = {1999},
      pages = {136}
    }
    
    Hinckley, T., Sprugel, D., Batista, J., Brooks, J., Brubaker, L., Compton, J., Erickson, H., Little, R., Maguire, D., McCarter, J., Mckay, S., Pass, D., Peterson, D., Reed, J., Tacey, W., Wilkinson, L. & Whytemare, A. Use of the JABOWA family of individual-tree based models for exploration of forest responses to global climate change 1996 Review and analisis of JABOWA and related forest models and their use in climate change studies, pp. II1-II53  incollection  
    Abstract: Este trabalho analisa a capacidade dos modelos da famila JABOWA em prever alterações nas formações vegetais devido a mudanças climáticas resultantes do aumento de $CO_2$ na atmosfera. O modelo JABOWA simula o comportamento de formações vegetais através da resposta das árvores individualmente ao fatores abióticos e bióticos (competição), tendo se tornado um precussor de uma série de modelos que adaptarão a abordagem original a situações especficas. Este trabalho analisa em detalhes os diferentes sub-modelos do JABOWA e suas limitações em simular um cenário de mudança climática e em prever a respostas das árvores a situações das quais não se dispõem de dados. Enfatiza-se que o modelo não foi concebido originalmente para este tipo de previsão e, portanto, um grande número de extrapolações e pressuposições são necessárias para se aceitar os resultados do modelo como satisfatórios.
    BibTeX:
    @incollection{hinckley-eal-1996,
      author = {Hinckley, T.M. and D. Sprugel and J.L.F. Batista and J. Brooks and L. Brubaker and J. Compton and H. Erickson and R. Little and D. Maguire and J. McCarter and S. Mckay and D. Pass and D. Peterson and J. Reed and W. Tacey and L. Wilkinson and A. Whytemare},
      title = {Use of the JABOWA family of individual-tree based models for exploration of forest responses to global climate change},
      booktitle = {Review and analisis of JABOWA and related forest models and their use in climate change studies},
      publisher = {National Council of the Paper Industry for Air and Stream Improvement (NCASI), Techincal Bulletin no. 717},
      year = {1996},
      pages = {II1-II53}
    }
    
    Jankowsky, I. & Batista, J. Desapropriação Direta e Indireta: Cobertura Vegetal e Inventário Florestal. 1998   unpublished  
    Abstract: O presente trabalho visa conceituar o inventário florestal como uma ferramenta imprescindvel na avaliação de áreas florestadas, descrevendo seus objetivos e os princpios estatsticos envolvidos em sua realização. Como complemento ao inventário florestal é proposta metodologia para valoração do patrimônio representado pela floresta, tanto a de ocorrência natural como a plantada pelo homem; tendo como fundamento a classificação das árvores e a qualificação da madeira de acordo com suas caractersticas tecnológicas e possibilidades de uso.
    BibTeX:
    @unpublished{jankowsky-batista-1998,
      author = {Jankowsky, I.P. and Batista, J.L.F.},
      title = {Desapropriação Direta e Indireta: Cobertura Vegetal e Inventário Florestal.},
      year = {1998},
      note = {Seminário Agrimensura Total, APEAESP, São Paulo}
    }
    
    Jesus, R., Menandro, M. & Batista, J. Eficiência da repicagem na produção de mudas de louro (Cordia trichotoma VELL.) e Gonçalo-Alves (Astronium fraxinifolium SCHOTT) 1987 IPEF(37), pp. 69-72  article  
    Abstract: O método da repicagem é comparado ao método da semeadura direta em termos de altura na produção de mudas de louro (Cordia triccotoma Vell.) e de Gonçalo-Alvez (Astronium fraxinifolium, Schott) , duas espécies arbóreas da Floresta Atlântica. Ambas espécies apresentaram comportamento superior quando se utilizou a semeadura direta. No caso de Gonçalo-Alvez, a diferença na altura das mudas já era clara aos 15 dias, enquanto que para o louro a diferença só aparece aos 60 dias. Conclui-se que na produção de mudas dessas espécies a repicagem deve ser evitada.
    BibTeX:
    @article{jesus-eal-1987b,
      author = {Jesus, R.M. and Menandro, M.S. and Batista, J.L.F.},
      title = {Eficiência da repicagem na produção de mudas de louro (Cordia trichotoma VELL.) e Gonçalo-Alves (Astronium fraxinifolium SCHOTT)},
      journal = {IPEF},
      year = {1987},
      number = {37},
      pages = {69-72}
    }
    
    Jesus, R., Menandro, M., Batista, J. & Couto, H.T.Z. do. Efeito do tamanho de recipiente, tipo de substrato e sombreamento na produção de mudas de louro (Cordia trichotoma (VELL. ARRAB.)e Gonçalo-Alves (Astronium fraxinifolium SCHOTT) 1987 IPEF(37), pp. 13-19  article  
    Abstract: O trabalho analisa a influência do tamanho do recipiente e do tipo de substrato no crescimento em altura de mudas de louro (Cordia trichotoma (Vell.) Arrab.) e Gonçalo-Alves (Astronium fraxinifolium Schott.), produzidas a pleno sol e sombreadas. Os ensaios revelaram uma maior sensibilidade do Gonçalo-Alves às variações dos fatores analisados. O tamanho de recipiente mostrou grande influência sobre a resposta do sombreamento e do tipo de substrato. Ambas as espécies apresentaram maior crescimento quanto sombreadas e quando se utilizou substrato que continham matéria orgânica.
    BibTeX:
    @article{jesus-eal-1987a,
      author = {Jesus, R.M. and Menandro, M.S. and Batista, J.L.F. and Couto, H.T.Z. do},
      title = {Efeito do tamanho de recipiente, tipo de substrato e sombreamento na produção de mudas de louro (Cordia trichotoma (VELL. ARRAB.)e Gonçalo-Alves (Astronium fraxinifolium SCHOTT)},
      journal = {IPEF},
      year = {1987},
      number = {37},
      pages = {13-19}
    }
    
    Jesus, R.M. de., Batista, J. & Menandro, M. Eficiência da repicagem na producão de mudas de louro (Cordia trichotoma Vell.) e Goncalo-Alves (Astronium fraxinifolium Schott) 1987
    Vol. XI(41)5o. Congresso Florestal Brasileiro, Silvicultura, pp. 74 
    inproceedings  
    Abstract: O método da repicagem é comparado ao método da semeadura direta em termos de altura de mudas de louro (Cordia trichotoma (Vell.) Arrab.) e de Gonçalo-Alves (Astronium fraxinifolium Schott.), duas espécies arbóreas nativas da Floresta Atlântica. Ambas espécies apresentam desenvolvimento superior quando se utilizou a semeadura direta. No caso do Gonçalo-Alves a diferença na altura das mudas já era clara aos 15 dias, enquanto que para o louro a diferença só aprece aos 60 dias. Conclue-se que na produção de mudas dessas espécies a repicagem deve ser evitada.
    BibTeX:
    @inproceedings{jesus-eal-1987c,
      author = {Jesus, R.M. de and Batista, J.L.F. and Menandro, M.S.},
      title = {Eficiência da repicagem na producão de mudas de louro (Cordia trichotoma Vell.) e Goncalo-Alves (Astronium fraxinifolium Schott)},
      booktitle = {5o. Congresso Florestal Brasileiro, Silvicultura},
      year = {1987},
      volume = {XI},
      number = {41},
      pages = {74}
    }
    
    Kageyama, P., Lima, W. de P.., Magro, T., Batista, J., Gandara, F. & Zakia, M. Proposta de Manejo Sustentável da Fazenda Colônia Nova Trieste - Eldorado - SP 1996   techreport  
    Abstract: Este relatório apresenta uma proposta de manejo sustentável da Fazenda Colônia Nova Trieste sob a perspectiva do manejo adaptativo visando a conservação das formações vegetais e dos recursos genéticos presentes na propriedade.
    BibTeX:
    @techreport{kageyama-eal-1996,
      author = {Kageyama, P.Y. and Lima, W. de P. and Magro, T.C. and Batista, J.L.F. and Gandara, F.B. and Zakia, M.J.B.},
      title = {Proposta de Manejo Sustentável da Fazenda Colônia Nova Trieste - Eldorado - SP},
      year = {1996},
      note = {88p.}
    }
    
    Maguire, D. & Batista, J. Sapwood taper models and implied sapwood volume and foliage profiles for Coastal Douglas-fir 1996 Canadian Journal of Forest Research
    Vol. 26, pp. 849-863 
    article  
    Abstract: As dimensões do alburno dão importantes indicações sobre a estrutura ecofisiológica e funcional das árvores e podem, portanto, ser utilizadas em vários tipos de análise do crescimento e em modelos de simulação. Dez modelos diferentes de equação de forma foram ajustados a dados de alburno de 134 árvores de Pseudotsuga menziesii (Mirbel) Franco, e foram comparados através de estatsticas de ajustamento e do comportamento dos resduos, e ainda tiveram seu desempenho validado em 21 árvores adicionais. O modelo recomendado foi um modelo com expoente variável composto por seis parâmetros e três variáveis básicas de predição ao nvel de árvores individuais: diâmetro, altura total e altura até a base da copa. A equação resultante pode ser utilizada para se estimar a área do alburno na altura da base da copa, superfcie foliar, volume do alburno, e a distribuição vertical da foliagem para árvores em pé. Dez parcelas amostrais foram examinadas para se demonstrar que os modelos de forma do alburno permitem uma representação mais explicita da estrutura do povoamento em dimensões que tem uma ligação funcional direta com vários processos de crescimento e desenvolvimento.
    BibTeX:
    @article{maguire-batista-1996,
      author = {Maguire, D.A. and Batista, J.L.F.},
      title = {Sapwood taper models and implied sapwood volume and foliage profiles for Coastal Douglas-fir},
      journal = {Canadian Journal of Forest Research},
      year = {1996},
      volume = {26},
      pages = {849-863}
    }
    
    Maguire, D., Batista, J. & McKenzie, D. Horizontal structure of uneven-aged mixed species forests modeled as an Inhomogeneous Poisson process 1993 Stochastic Spatial Models in Forestry, Proceedings of IUFRO S4.11 Conference, pp. 163-170  inproceedings  
    Abstract: A distribuição horizontal das árvores individuais em florestas dissetâneas e heterogêneas (várias espécies) frequentemente se distancia do modelo simples de aleatoriedade espacial completa. Esse distanciamento é frequentemente imposto por mecanismos que causam padrões espaciais nos estratos inferiores em função da estrutura espacial dos estratos superiores. A variação na interação entre espécies torna ainda mais complicado o efeito em cascata dos estratos superiores sobre a localização do indivduos abaixo. Os processos de Poisson Não-Homogêneos foram utilizados para simular esse efeito em cascata em três formações florestais diferentes. Numa floresta mista de folhosas-hemlock na região leste da América do Norte, a densidade de plântulas foi expressa como uma função contnua do cobertura herbácea. A cobertura herbácea num dado local foi estimada com uma função da espécie e a distância relativa entre os centros das reboleiras de ervas. A distribuição das plântulas foi então simulada para vários arranjos de distribuição espacial de reboleiras de ervas. Em outras duas formações florestais, floresta Atlântica no Brasil e floresta de conferas mistas na região Noroeste da América do Norte, a intensidade de árvores no sub-bosque foi expressa como a área basal pontual do dossel. A localização das plântulas, mudas e varas foi simulada para várias condições de cobertura. Os resultados nas três formações florestais indicam direções para a melhoria da modelagem do padrão espacial da vegetação como um processo de Poisson Não-Homogêneo.
    BibTeX:
    @inproceedings{maguire-eal-1993,
      author = {Maguire, D.A. and J.L.F. Batista and D. McKenzie},
      title = {Horizontal structure of uneven-aged mixed species forests modeled as an Inhomogeneous Poisson process},
      booktitle = {Stochastic Spatial Models in Forestry, Proceedings of IUFRO S4.11 Conference},
      publisher = {University of Greenwich},
      year = {1993},
      pages = {163-170}
    }
    
    Margutti, A., Stella, A., Voivodic, M., Kageyama, P. & Batista, J. Inventário florestal de cinco espécies nativas da floresta estacional semidecidual visando estudo de conservação genética 2000 8o. Simpósio Internacional de Iniciação Cientfica da Unviersidade de São Paulo (SICUSP)  inproceedings  
    Abstract: O presente trabalho foi realizado na Estação Ecológica de Caetetus, zona Oeste do Estado de São Paulo. Foram inventariadas as seguintes espécies: Chorisia speciosa St. Hil. (paineira); Euterpe edulis Mart. (palmito); Hymenaea courbaril L. (jatobá); Jacaratia spinosa Aubl. (jaracatiá) e Myroxylon peruiferum L. f. (cabreúva), em uma área de estudo de 400 ha e área amostral de 2 ha. O inventário teve o intuito de disponibilizar informações que possibilitem a busca por alternativas de manejo para a conservação de populações geneticamente ameaçadas. Para o levantamento foi utilizada amostragem aleatória em 10 conglomerados lineares cada um composto de 20 parcelas de 10x10m, distantes 30m para o inventário de indivíduos adultos. Para a amostragem de regeneração foram locadas parcelas de 10x2m e 10x1m e os indivíduos separados em três diferentes classes de tamanho. O inventário demonstrou uma baixa densidade para as cinco espécies. A cabreúva apresentou indivíduos em todas as classes de tamanho sugerindo uma distribuição de De Liocourt diferente da paineira e do jatobá, cujas populações não obtiveram indivíduos nas classes de regeneração. O palmito também apresentou baixa densidade embora tenha se observado que, em áreas ciliares, sua densidade é bem maior.
    BibTeX:
    @inproceedings{margutti-eal-2000,
      author = {Margutti, A. and Stella, A. and Voivodic, M.A. and Kageyama, P.Y. and Batista, J.L.F.},
      title = {Inventário florestal de cinco espécies nativas da floresta estacional semidecidual visando estudo de conservação genética},
      booktitle = {8o. Simpósio Internacional de Iniciação Cientfica da Unviersidade de São Paulo (SICUSP)},
      year = {2000}
    }
    
    McTague, J., Batista, J. & Stein, L. Equações de volume total, volume comercial e forma do tronco para plantações de Eucalyptus nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro 1989 IPEF((41/42)), pp. 56-63  article  
    Abstract: Dados provenientes de cubagem rigorosa de 483 árvores foram analisadas para elaborar equações de volume total, equações ndice de volume comercial, equações de forma de tronco e equações de altura comercial. Os dados contêm três espécies de Eucalyptus: E. grandis, E. saligna e E. urophylla. As árvores abatidas na amostragem não foram estratificadas por espécie e, consequentemente, as equações representam estimativas mistas das três espécies. Com o uso de variáveis indicadoras, foi possvel averiguar se as equações de volume precisavam ser diferenciadas conforme a região ou local. A análise resultou em duas estimativas para volume e forma do tronco; uma para o Vale do Paraba, e outra para a região de Itapeva. As funções de forma de tronco e as equações de altura comercial que foram derivadas indiretamente das equações ndices de volume comercial não tiveram um bom desempenho, e modelos cujos parâmetros foram obtidos por regressão foram utilizados.
    BibTeX:
    @article{mctague-eal-1989,
      author = {McTague, J.P. and J.L.F. Batista and L.H. Stein},
      title = {Equações de volume total, volume comercial e forma do tronco para plantações de Eucalyptus nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro},
      journal = {IPEF},
      year = {1989},
      number = {(41/42)},
      pages = {56-63}
    }
    
    Mello, J., Batista, J., Oliveira, M. de. & Ribeiro-Junior, P. Estudo da dependência espacial de características dendrométricas para Eucalyptus grandis 2005 Cerne
    Vol. 11(2), pp. 113-116 
    article  
    Abstract: O conhecimento da estrutura de continuidade espacial das características dendrométricas é de fundamental importância para o inventário, manejo e planejamento florestal. A inclusão do efeito da continuidade espacial nas análises do inventário proporciona resultados estáveis e seguros que poderão ser utilizados no manejo e no planejamento florestal. Objetiva-se com este trabalho avaliar a estrutura de continuidade espacial de quatro características dendrométricas obtidas por dois diferentes procedimentos de amostragem. Os dados foram coletados em 987 hectares, plantados com Eucalyptus grandis, localizados na região sul do Estado de São Paulo. Esses dados foram obtidos a partir de duas amostras lançadas por dois procedimentos de amostragem diferentes, sistemático quadrado e sistemático desencontrado. Para cada parcela das duas amostras obtiveram-se as seguintes características dendrométricas: volume, diâmetro médio quadrático, área basal e altura média das dominantes. Para cada uma destas características construiram-se semivariogramas anisotrópicos e isotrópicos, a fim de avaliar a estrutura de continuidade espacial. Os semivariogramas foram construídos com o estimador do método dos momentos. Ajustaram-se aos semivariogramas experimentais as principais funções autorizadas pelo Método dos Quadrados Mínimos. De acordo com grau de dependência espacial e dos semivariogramas escalonados, avaliou-se o comportamento da continuidade espacial para as quatro características, nos respectivos métodos de amostragem avaliados. Todas as características avaliadas apresentaram-se estruturadas espacialmente, independente do procedimento de amostragem avaliado. Verificou-se que a estrutura de continuidade espacial das quatro características foi isotrópica, ou seja, a variância entre pares de pontos depende apenas do vetor h de separação. Assim, pode-se construir semivariogramas omnidirecionais para as quatro características avaliadas. Os resultados sugerem que, no processamento do inventário florestal, deve-se considerar a componente espacial, ou seja, as parcelas não devem ser tratadas de forma independente.
    BibTeX:
    @article{mello-eal-2005a,
      author = {Mello, J.M.de and Batista, J.L.F. and Oliveira, M.S. de and Ribeiro-Junior, P.J.},
      title = {Estudo da dependência espacial de características dendrométricas para Eucalyptus grandis},
      journal = {Cerne},
      year = {2005},
      volume = {11},
      number = {2},
      pages = {113-116}
    }
    
    Mello, J.M de., Batista, J., Oliveira, M.S. de. & Kanegae Jr., H. Seleção de modelos espaciais para estimativa volumétrica de Eucalyptus grandis 2003 48a. Reunião Anual da Região Brasileira da Sociedade International de Biometria  inproceedings  
    Abstract: O objetivo do presente trabalho foi avaliar o desempenho das técnicas tradicionalmente utilizadas para seleção de modelos espaciais. Para tal, foram utilizadas 134 parcelas de 525 m2, georreferenciadas e lançadas sistematicamente em 1000 hectares de eucalipto. Estas parcelas foram utilizadas para ajustar dois modelos espaciais por meio de dois métodos de ajuste, e para realizar a validação cruzada. A validação preditiva foi realizada com 124 parcelas com características semelhantes às 134 do ajuste. A seleção foi efetuada com base na medida de precisão do ajuste, nos gráficos e nas estatísticas da validação cruzada e preditiva. A análise gráfica das validações revelaram uma similaridade muito grande entre os modelos avaliados. Verificou, a partir das estatísticas das validações, que os modelos 1 e 2 foram os que apresentaram melhores desempenho. O critério de desempate se deu através do grau de dependência espacial de cada modelo. Observou-se que a validação cruzada ou preditiva é indispensável na seleção de modelos espaciais. A validação cruzada com ou sem a reestimação dos parâmetros superestimou a precisão da krigagem quando comparada com a validação preditiva em todos os modelos e métodos de ajuste testados.
    BibTeX:
    @inproceedings{mello-eal-2003,
      author = {Mello, J.M de and Batista, J.L.F. and Oliveira, M.S. de and Kanegae Jr., H.},
      title = {Seleção de modelos espaciais para estimativa volumétrica de Eucalyptus grandis},
      booktitle = {48a. Reunião Anual da Região Brasileira da Sociedade International de Biometria},
      year = {2003}
    }
    
    Mello, J.M. de. & Batista, J. Seleção de modelos volumétricos: técnicas de validação 2002 47a. Reunião Anual da Região Brasileira da Sociedade Internacional de Biometria - Programa e Resumos, pp. 66  inproceedings  
    Abstract: O trabalho teve como objetivo compara as técnicas de validação estatsitca e preditiva empregadas na seleção de modelos volumétricos. Ao todo foram cubadas rigorosamente 325 árvores de Eucalyptus grandis, pretencentes à Votorantim Paple e Celulose, localizada no municpio de Lus Antônio - SP. Para cada árvore obteve-se o diâmetro à altura do peito (cm), a altura total (m) e o volume totla (m$^3$). Essas caractersticas foram utilizadas para ajustar seis modelos volumétricos da literatura florestal. Os resultados mostraram que a validação estatstica e a valiação preditiva geraram resultados semelhantes no processo de seleção. Os modelos selecionados pelas duas técnicas foram: Schumacher e Hall, seguido do Spurr Logartmico para estimativa de volumes individuais de Eucalyptus grandis.
    BibTeX:
    @inproceedings{mello-batista-2002,
      author = {Mello, J.M. de and Batista, J.L.F.},
      title = {Seleção de modelos volumétricos: técnicas de validação},
      booktitle = {47a. Reunião Anual da Região Brasileira da Sociedade Internacional de Biometria - Programa e Resumos},
      year = {2002},
      pages = {66}
    }
    
    Mello, J.M. de., Batista, J. & Oliveria, M.S. de. Estudo a continuidade espacial de caracterstica dendrométricas. 2002 47a. Reunião Anual da Região Brasileira da Sociedade Internacional de Biometria - Programa e Resumos, pp. 82  inproceedings  
    Abstract: O trabalho objetivou estudar a continuidade espacial de sete caractersticas dendrométricas mensuradas no inventário florestal. Para tanto, utilizou-se 40 parcelas de 420~$m^2$ georeferenciadas para Eucalyputs grandis e 38 para Eucalyputs urophylla. A continuidade espacial foi verificada por meio de análise de função de semivariância. Observou-se que todas as caractersticas dendrométricas avaliadas, para as duas espécies, apresentaram estrutura de dependência espacila. Para as caractersticas estudadas, a dependência espacial (alcance) variou de 930 a 1470 metros. Os resultados indicaram que num processo de estimativa a partir de uma amostra, é necessário que o estimador leve em consideração a componente espacial, a fim de se obter estimativas mais precisas.
    BibTeX:
    @inproceedings{mello-eal-2002,
      author = {Mello, J.M. de and Batista, J.L.F. and Oliveria, M.S. de},
      title = {Estudo a continuidade espacial de caracterstica dendrométricas.},
      booktitle = {47a. Reunião Anual da Região Brasileira da Sociedade Internacional de Biometria - Programa e Resumos},
      year = {2002},
      pages = {82}
    }
    
    Mello, J.M. de., Batista, J., Ribeiro-Júnior, P. & Oliveira, M.S. de. Ajuste e seleção de modelos espaciais de semivariograma visando à estimativa volumétrica de Eucalyptus grandis 2005 Scientia Forestalis(69), pp. 25-37  article  
    Abstract: O semivariograma é a parte central dos estudos geoestatísticos, sendo capaz de descrever tanto qualitativa quanto quantitativamente a variação espacial, além de ser o ponto chave na determinação do preditor geoestatístico?krigagem. Daí a importância do ajuste e seleção dos modelos da função de semivariância. O presente trabalho teve como objetivo avaliar quatro métodos de ajuste aplicados a dois modelos de função de semivariância, a partir das técnicas de validação cruzada e preditiva e do critério de Akaike (Akaike´s Information Criterion - AIC). Os dados utilizados para ajuste dos modelos foram coletados em 130 parcelas de 525 m², mensuradas num povoamento de Eucalyptus grandis. Foram ajustados dois modelos da função de semivariância, por meio de quatro métodos de ajuste. A seleção do modelo e método de ajuste foi efetuada quanto ao critério de AIC e por meio das técnicas de validações cruzada e preditiva. Segundo as técnicas de seleção avaliadas, o modelo exponencial e o método da Máxima Verossimilhança tiveram melhor desempenho. A validação cruzada e a preditiva indicaram o mesmo modelo e o mesmo método de ajuste com melhor desempenho. Este resultado é interessante, uma vez que nem sempre se tem uma nova base de dados para efetuar a validação preditiva. Sugere-se portanto, o uso conjugado do critério de AIC e da validação cruzada para a seleção de modelos da função de semivariância.
    BibTeX:
    @article{mello-eal-2005b,
      author = {Mello, J.M. de and Batista, J.L.F. and Ribeiro-Júnior, P.J. and Oliveira, M.S. de},
      title = {Ajuste e seleção de modelos espaciais de semivariograma visando à estimativa volumétrica de Eucalyptus grandis},
      journal = {Scientia Forestalis},
      year = {2005},
      number = {69},
      pages = {25-37}
    }
    
    Mello, J.M. de., Oliveira, M.S. de., Batista, J., Ribeiro-Júnior, P. & Kanegae-Júnior, H. Uso do estimador geoestatístico para predição volumétrica por talhão 2006 Floresta
    Vol. 36(2), pp. 251-260 
    article  
    Abstract: A estimativa volumétrica de madeira por talhão em povoamento florestal é efetuada através do Inventário Florestal Pré-Corte. Para realização do Inventário Pré-Corte, lançou parcelas numa intensidade amostral maior do que a do Inventário Florestal Contínuo. Assim, além do custo de medição das parcelas do Inventário Florestal Contínuo, agrega-se o custo de medição das parcelas do Inventário Pré-Corte. A análise das informações do inventário pré-corte é efetuada com base nos conceitos da teoria clássica de amostragem, sem consideração da estrutura de continuidade espacial. Uma alternativa para obtenção da informação volumétrica por talhão seria utilizar um método capaz de estimar o volume com as parcelas permanentes. A krigagem de bloco é o método de predição da Geoestatística capaz de predizer o volume por talhão. O presente estudo teve como objetivo comparar estimativas por talhão, usando estimador clássico e geoestatístico. Os dados para realização do trabalho foram provenientes de cinco projetos florestais de Eucalyptus grandis, pertencentes à Votorantin Celulose e Papel. Obteve-se o volume total com casca das parcelas permanentes e as informações do inventário pré-corte. Foram comparadas as informações das estatísticas do inventário pré-corte com as do estimador geoestatístico. A diferença média entre o volume total, gerado pelo estimador clássico e o estimador geoestatístico, foi de 1%. O erro amostral por talhão do estimador geoestatístico variou menos do que o erro amostral do estimador clássico. Sugere-se o uso do estimador geoestatístico para estimativa por talhão, produzindo mais economia e precisão do que o inventário pré-corte, realizado segundo a teoria clássica de amostragem.
    BibTeX:
    @article{mello-eal-2006,
      author = {Mello, J.M. de and Oliveira, M.S. de and Batista, J.L.F. and Ribeiro-Júnior, P.J. and Kanegae-Júnior, H.},
      title = {Uso do estimador geoestatístico para predição volumétrica por talhão},
      journal = {Floresta},
      year = {2006},
      volume = {36},
      number = {2},
      pages = {251-260}
    }
    
    Poggiani, F., Ferreira, M., Lima, W. & Batista, J. A silvicultura intensiva no Brasil: contribuição do Departamento de Ciências Florestais - ESALQ/USP 1997 Convenção USP em História da Ciência e Tecnologia, 1. Caderno de Resumo.  inproceedings  
    Abstract: A silvicultura intensiva no Brasil começou no princpio do século XX. O principal objetivo era aumentar a produção de madeira através da implantação de florestas artificiais realizadas principalmente com a utilização de espécies exóticas, evitado-se assim, a destruição dos poucos remanescentes de florestas naturais do Estado de São Paulo e considerando também o crescimento lento, usualmente observado entre as espécies arbóreas nativas. As primeiras plantaçãoes experimentais, baseadas em critérios técnico-cientficos, com espécies do gênero Eucalyptus iniciaram-se em 1904, com os trabalhos de Navarro de Andrade, que introduziu a eucaliptocultura no Brasil para ampliar a oferta de madeira, atendendo às necessidades crescentes das estradas de ferro para produzir energia e suprir a matéria prima para a fabricação dos dormentes. Em 1968, na Escola Superior de Agricultura ``Luiz de Queiroz'' da Universidade de São Paulo, foi criado o Departamento de Silvicultura. Também, em 1968, o Professor Helládio do Amaral Mello, primeiro chefe do Departamento, criou o IPEF -- Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais, agregando diversas empresas florestais e a Universidade de São Paulo, com o propósito inicial de melhorar a produtividade das florestas plantadas de rápido crescimento existentes no Estado de São Paulo. Com a expansão dos incentivos fiscais para o reflorestamento, na década de 70, o IPEF liderou a instalação de diversos experimentos silviculturais e melhorou as práticas para aumentar a produtividade florestal, principalmente com o uso das espécies dos gêneros Pinus e Eucalyptus. Simultaneamente, diversas empresas se associaram ao IPEF e, dois anos mais tarde, foram implantados experimentos de campo em diferentes estados brasileiros, abrangendo stios desde a Bahia até o Rio Grande do Sul. As pesquisas florestais contriburam, para aperfeiçoar os métodos de implantação e introduzir as melhores procedências arbóreas nas principais regiões ecológicas brasileiras, atendendo ao apelo governamental de reflorestamento e também para suprir às necessidades das indústrias de papel e celulose e das que utilizavam o carvão vegetal. Em 1968, foi aberto, também em Piracicaba, o Curso de Graduação em Engenharia Florestal, junto à Escola Superior de Agricultura ``Luiz de Queiroz'' da Universidade de São Paulo. Durante a década de 80, o Departamento de Silvicultura ampliou o número de docentes, fortalecendo as áreas de manejo florestal, ecologia aplicada e tecnologia da madeira. Em 1986 seu nome foi alterado para Departamento de Ciências Florestais e numerosas pesquisas foram realizadas para investigar todos os aspectos relacionados com a tecnologia florestal disponvel para as condições brasileiras como por exemplo: formação de viveiros e produção de mudas, propagação clonal, fertilização do solo, melhoramento genético, produção de sementes, anatomia de madeiras e sua caracterização para os mais diversos fins industriais. Atualmente, o Departamento de Ciências Florestais congrega 22 docentes em regime de tempo integral de dedicação ao ensino e pesquisa, sendo assim distribudos: 5 em ecologia aplicada, 6 em tecnologia de produtos florestais e 11 nas áreas de silvicultura e mensuração florestal. As áreas de ensino e pesquisa do Departamento são muitos amplas e, além da silvicultura, incluem diferentes tópicos, tais como: ecologia, ciclagem de nutrientes, hidrologia, conservação da natureza, vida silvestre, manejo florestal, florestas para fins sociais, educação ambiental e tecnologia de madeiras. A contribuição do IPEF também está sendo muito importante para os alunos de graduação, devido aos estágios oferecidos nas fazendas florestais e nas indústrias das companhias associadas à Universidade de São Paulo. Além do curso de graduação, o Departamento de Ciências Florestais prepara jovens profissionais para obter a titulação de mestres e doutores em três grandes áreas: produção florestal, ecologia aplicada e tecnologia de produtos florestais. O Departamento de Ciências Florestais e também responsável pela administração de duas estaçãoes experimentais: Itatinga (com 2400 ha) e Anhembi ( com 700 ha), onde são desenvolvidas pesquisas sobre a ecologia e o melhoramento genético de espécies nativas e exóticas, além de práticas de manejo florestal.
    BibTeX:
    @inproceedings{poggiani-eal-1997,
      author = {Poggiani, F. and Ferreira, M. and Lima, W.P. and Batista, J.L.F.},
      title = {A silvicultura intensiva no Brasil: contribuição do Departamento de Ciências Florestais - ESALQ/USP},
      booktitle = {Convenção USP em História da Ciência e Tecnologia, 1. Caderno de Resumo.},
      year = {1997}
    }
    
    Polizel, J., Batista, J. & Couto, H.T.Z. do. Uso de Sistemas Computacionais Gratuitos para Composição do Banco de Dados, Análises Estatísticas e Apresentações dos Dados 2003 IV Simpósio do Programa BIOTA/FAPESP  inproceedings  
    Abstract: \ Introdução -- Procurando soluções práticas e baratas de software para composição do banco de dados e análises estatísticas do Projeto Métodos de Inventário da Biodiversidade de Espécies Arbóreas, após uma análise criteriosa, foi escolhido o software para banco de dados disponível pela licença GPL (General Public License), usando como base o Sistema Operacional Linux Red Hat. Para isso o Laboratório de Métodos Quantitativos adotou o MySQL como banco de dados, o R como software estatístico e o PHP como linguagem script para apresentação dos dados. A estrutura do banco de dados deve ser relacional. O MySQL (http://www.mysql.com) é uma implementação cliente-servidor que consiste de um servidor de diferentes programas clientes e bibliotecas, é rápido e flexível o suficiente para permitir armazenar logs e figuras, tendo sido considerado uma das melhores opções. Outras vantagens do MySQL são velocidade, robustez e facilidade de uso. O MySQL é um servidor SQL multi-usuário e multithreaded, a linguagem SQL é padronizada que torna fácil o armazenamento e acesso às informações. O R (http://www.r-project.org) é um poderoso software estatístico, que está sendo utilizado hoje por diversos pesquisadores, universidades e até mesmo em empresas privadas, consiste em uma linguagem e ambiente de trabalho para análise estatística e gráfica, é um Projeto GNU (projetos de software gratuitos para uso em ambiente Linux), baseada na linguagem S desenvolvida pelo Bell Laboratories por John Chambers e amigos. O R proporciona uma variedade de análises estatísticas (modelagem linear e não-linear, testes estatísticos clássicos e muitas outras) e gráficos. O R pode ser executado em diferentes plataformas como Linux, Free BSD, Windows 9x/NT/2000 and MacOS. A linguagem PHP (http://www.php.net) permite a criação de relatórios dinâmico, é uma linguagem para criar sites dinâmicos para a internet, possibilitando uma interação com o usuário através de formulários, parâmetros da URL e links. A diferença do PHP com relação a linguagens semelhantes, como a Javascript, é que o código PHP é executado no servidor, sendo enviado para o cliente apenas html puro. Desta maneira é possível interagir com bancos de dados e aplicações existentes no servidor, com a vantagem de não expor o código fonte para o cliente. Isso pode ser útil quando o programa está lidando com senhas ou qualquer tipo de informação confidencial. Acessando diretamente o banco de dados MySQL, o PHP possibilita incluir qualquer tipo de consulta SQL. \ Método -- Foi utilizado um sistema para entrada dos dados, assim que os dados chegam do campo, são inseridos no sistema. O sistema está em conjunto com a base de dados no MySQL, para se ter confiabilidade nos dados, são feitas análises de consistência através do R, testando o número de parcelas e subparcelas, o tamanho minímo e máximo do DAP (diâmetro na altura do peito), os valores para estrato, os valores para os lados e o nome correto dasespécies. Após essa verificação os dados são armazenados na base de dados. Algumas consultas são elaboradas através do PHP e exibidas no formato html em qualquer browser de internet on-line ou cliente. \ Conclusões -- O banco de dados atualmente possui cerca de 5 (cinco) tabelas, 40 (quarenta) campos, e aproximadamente 90.000 (noventa mil) linhas. Nesse volume de informação, foram feitas várias consultas SQL. A conclusão é de que se aumentar o número de tabelas e de linhas, não degradará a permanece do banco de dados.
    BibTeX:
    @inproceedings{polizel-eal-2003,
      author = {Polizel, J.L. and Batista, J.L.F and Couto, H.T.Z. do},
      title = {Uso de Sistemas Computacionais Gratuitos para Composição do Banco de Dados, Análises Estatísticas e Apresentações dos Dados},
      booktitle = {IV Simpósio do Programa BIOTA/FAPESP},
      year = {2003}
    }
    
    Rocha, F. & Batista, J. Caractersticas estruturais de um trecho do componente arbóreo da Estação dos Caetetus - Gália, SP 2002 III Simpósio do Programa BIOTA/FAPESP, pp. 221  inproceedings  
    Abstract: O crescimento desenfreado da população mundial, acompanhado tanto da necessidade do aumento de áreas agricultáveis, como de grandes indústrias altamente poluidoras, vem provocando uma diminuição jamais vista dos recursos naturais. Consequentemente, as Unidades de Conservação, principalmente, aquelas sob a administração pública, ocupam um papel de destaque como áreas de proteção, uma vez que se impõem como locais especiais para a manutenção da biodiversidade, servindo como testemunho para futuras gerações. Assim, estudar as complexas relações entre os componentes das comunidades biológicas é de extrema importância. O presente trabalho faz parte do projeto temático étodos de inventário da biodiversidade de espécies arbóreas (BIOTA/FAPESP nº 99/085-0) e tem o objetivo de caracterizar a estrutura da diversidade arbórea da Estação Ecológica dos Caetetus que é uma Unidade de Conservação administrada pelo Instituto Florestal e localiza-se entre as coordenadas geográficas 22$^o$41 a 22$^o$46 S e 49$^o$10 a 49$^o$16 W, numa área de 2.176,10~$ha$, nos municpios de Gália e Alvinlândia, região Centro-Oeste do Estado de São Paulo. A vegetação é classificada como floresta estacional semidecidual submontana. O clima enquadra-se no tipo Cwa, conforme a classificação de Köppen, apresentando-se quente e com precipitação anual ao redor de 1400~$mm$, concentrada nos meses de verão. A temperatura média anual é de 21$^o$C (max = 36$^o$C e min= 13$^o$C). O local do estudo apresenta altitude média em torno de 550 metros, com pouca declividade e situa-se entre o Córrego do Barreiro e o Córrego Comprido, onde foram aplicadas duas metodologias de amostragem: parcelas e quadrantes. Foi estabelecida uma malha de 64 pontos sistematicamente distribudos a cada 100 metros, onde cada ponto foi considerado o centro de uma parcela retangular de 90 x 10m (900~$m^2$), totalizando uma área de amostragem de 5,76~$ha$. A distância entre as parcelas foi de 10m e entre cada linha 100 metros. Para a amostragem através do método de quadrantes foram instalados 320 pontos distribudos sistematicamente na área da grade, numa distância de 20 metros entre si. Os pontos foram distribudos de maneira que, para cada parcela (900~$m^2$), correspondessem 5 pontos. Na amostragem por parcelas foram amostradas 7520 árvores com diâmetro igual ou superior a 5~$cm$. Os parâmetros fitossociológicos encontrados pelo método de quadrantes (1280 indivdos amostrados) foram: 95 espécies; 38 famlias; Índice de Shannon ($H$) = 2,606; equabilidade ($J=H/S)$) = 0,572; densidate total ($ind/ha$) = 1069; área basal total ($m^2/ha$) 29,391. As pricipais espécies encontradas foram: Metrodorea nigra, Aspidosperma polyneuron, Ocotea indecora, Trichilia catigua, Syagrus romanzoffiana, Centrolobium tomentosum, Balfourodendron riedelianum, Gallesia integrifólia, Chrysophyllum gonocarpumn e Chorisia speciosa. A maioria das espécies amostradas são caractersticas de vegetação florestal madura, onde as poucas espécies pioneiras, são encontradas apenas em locais de clareiras.
    BibTeX:
    @inproceedings{rocha-batista-2002,
      author = {Rocha, F.T. and Batista, J.L.F.},
      title = {Caractersticas estruturais de um trecho do componente arbóreo da Estação dos Caetetus - Gália, SP},
      booktitle = {III Simpósio do Programa BIOTA/FAPESP},
      year = {2002},
      pages = {221}
    }
    
    Rodriguez, L., Batisa, J. & Couto, H.T.Z. do. Matemática Financeira na Gestão Florestal 1996 Documentos Florestais(5), pp. 1-37  unpublished  
    Abstract: Trata do uso da matemática financeira na gestão florestal, apresentando os conceitos de juros, fórmulas básicas de juros e série de pagamentos. Apresenta-se a seguir os critérios para avaliação de projetos e conclu-se com algumas aplicações florestais.
    BibTeX:
    @unpublished{rodriguez-eal-1996a,
      author = {Rodriguez, L.C.E. and Batisa, J.L.F. and Couto, H.T.Z. do},
      title = {Matemática Financeira na Gestão Florestal},
      journal = {Documentos Florestais},
      year = {1996},
      number = {5},
      pages = {1-37},
      note = {I Programa de Reciclagem em Métodos Quantitativos, Curso V, Departamento de Ciências Florestais, Escola Superior de Agricultura ``Luiz de Queiroz'', Universidade de São Paulo, Piracicaba, 50p.}
    }
    
    Rodriguez, L., Batisa, J. & Couto, H.T.Z. do. Princpios de Modelagem Florestal: Aplicações em SAS 1996 Documentos Florestais(5), pp. 1-37  unpublished  
    Abstract: Apostila para curso de reciclagem em modelagem florestal. Inicica-se com apresentação do conceito de crescimento e produção do ponto de vista biométrico, discutindo estimativas correntes versus projeções futuras, modelos implcitos versus modelos explcitos, e alguns conceitos básicos de matemática. Desenvolve-se a seguir os conceitos de regressão linear e não-linear, apresentando-se as diferenças de modelos lineares e modelos não lineares e os métodos de ajuste de dados nos dois casos. Finaliza-se com os modelos clássicos em biometria florestal: equações de volume, equações de forma, modelos de ndice de stio, modelos explcitos de projeção. São apresentados vários exemplos e exerccios reais e todas as análises são realizadas utilizando-se o software SAS.
    BibTeX:
    @unpublished{rodriguez-eal-1996b,
      author = {Rodriguez, L.C.E. and Batisa, J.L.F. and Couto, H.T.Z. do},
      title = {Princpios de Modelagem Florestal: Aplicações em SAS},
      journal = {Documentos Florestais},
      year = {1996},
      number = {5},
      pages = {1-37},
      note = {I Programa de Reciclagem em Métodos Quantitativos, Curso VI, Departamento de Ciências Florestais, Escola Superior de Agricultura ``Luiz de Queiroz'', Universidade de São Paulo, Piracicaba, 110p.}
    }
    
    Rodriguez, L., Batisa, J. & Couto, H.T.Z. do. Técnicas e Modelos Quantitativos de Suporte à Decisão Florestal 1996 Documentos Florestais(5), pp. 1-37  unpublished  
    Abstract: Trata de técnicas para elaboração de planos de manejo florestal voltados para produção de madeira. Inicia-se com a apresentação do ordenamento florestal, técnica tradicional de manejo florestal, e a seguir apresenta-se o uso da otimização matemática para elaboração de planos de manejo. Conclui-se a apostila com apresentação de modelos heursticos para planejamento florestal. Utiliza-se o software Forxcel na resolução dos exemplos e exerccios apresentados.
    BibTeX:
    @unpublished{rodriguez-eal-1996c,
      author = {Rodriguez, L.C.E. and Batisa, J.L.F. and Couto, H.T.Z. do},
      title = {Técnicas e Modelos Quantitativos de Suporte à Decisão Florestal},
      journal = {Documentos Florestais},
      year = {1996},
      number = {5},
      pages = {1-37},
      note = {I Programa de Reciclagem em Métodos Quantitativos, Curso VII, Departamento de Ciências Florestais, Escola Superior de Agricultura ``Luiz de Queiroz'', Universidade de São Paulo, Piracicaba, 50p.}
    }
    
    Schiling, A., Batista, J. & Talora, D. Algumas implicações do uso de bootstrap na construção de intervalos de confiança empíricos para a curva espécie-área 2004 49a. Reunião Anual da Região Brasileira da Sociedade Internacional de Biometria, pp. 460-464  inproceedings  
    Abstract: Através de conjuntso de dados de diferentes formações florestais foram obtidas as curvas espécie-área usuais, que levam em conta a ordem de observação das parcelas. A partir da aleatorização da entrada das parcelas, utilizando o procedimento bootstrap por permutação, foram construídas as curvas médias e os intervalos de confiança empíricos de 95 As curvas médias assim obtidas apresentaram curvatura menor do que as curvas espécie-área usuais, mostrando a falta de aleatoriedade na ocorrência das espécies. O patamar somente foi observado nas curvas usuais. O procedimento utilizado permite testar a hipótese nula de ausência de efeito estrutural nos dados.
    BibTeX:
    @inproceedings{schiling-eal-2004,
      author = {Schiling, A.C. and Batista, J.L.F. and Talora, D.C.},
      title = {Algumas implicações do uso de bootstrap na construção de intervalos de confiança empíricos para a curva espécie-área},
      booktitle = {49a. Reunião Anual da Região Brasileira da Sociedade Internacional de Biometria},
      year = {2004},
      pages = {460-464}
    }
    
    Souza, F.M. de. & Batista, J. Restoration of seasonal semideciduous forests in Brazil: influence of age and restoration design on forest structure 2004 Forest Ecology and Management
    Vol. 191, pp. 185-200 
    article  
    Abstract: With the high rates of deforestation in tropical regions, the restoration of degraded lands has become an important way for maintaining the diversity of plant communities and for creating wildlife habitats. Evaluating the success of restored areas is essential for improving restoration designs and for successfully restoring such complex ecosystems. In this study, the development of restoration forests with respect to age (5, 9 and 10 years old) and the restoration models used (proportion of pioneer trees) was assessed along the margins of Companhia Energética do Estado de São Paulo (CESP) reservoirs, located in the region of Pontal do Pananapanema, in São Paulo state, southeastern Brazil. The overstory (trees 4.8 cm in DBH) was assessed in nine 900 m2 permanent plots, and all woody understory regenerating plants ($>$ 50~cm in height and <4.8 cm in DBH) were counted and identified in 54 1 m radius subplots. Canopy and grass cover were assessed in the wet and dry seasons. All of the parameters were recorded again 1 year later to evaluate the development of the forests. In general, neither the restoration design nor age appeared to influence forest structure and dynamics, at least at the developmental stage studied here. The floristic complexity and density of regenerating individuals were still fairly low compared to natural forests. The arrival of propagules from other forest remnants was insignificant, suggesting that inadequate seed dispersal and faunal colonization limited species enrichment within the restoration sites. Although the overall results suggested that these restoration forests had reached a structural complexity sufficient to give a start to secondary succession, some factors such as the dominance of pioneer trees in the overstory, the small number of colonizing individuals arriving from external seed sources, the persistence of weedy grasses in the understory and the degree of isolation of the restoration sites may endanger the sustainability of these forests in the long term. Although neither the age nor restoration model produced differences in the forest structure and dynamics, it is possible that such differences may require a longer time to develop. Monitoring restoration sites is essential for understanding a forest s trajectory and for guiding management and intervention practices.
    BibTeX:
    @article{souza-batista-2004,
      author = {Souza, F.M. de and Batista, J.L.F.},
      title = {Restoration of seasonal semideciduous forests in Brazil: influence of age and restoration design on forest structure},
      journal = {Forest Ecology and Management},
      year = {2004},
      volume = {191},
      pages = {185-200}
    }
    
    Souza, F.M. de. & Batista, J. Modelos não-lineares de crescimento de árvores individuais aplicados a duas espécies da Mata Atlântica 1999 44 Reunião da Região Brasileira da Sociedade Internacional de Biometria e 8o. Simpósio de Estatstica aplicada à Experimentação Agronômica, pp. 117  inproceedings  
    Abstract: Este trabalho teve o objetivo de ajustar modelos de crescimento não-lineares para duas espéceis arbóreas de Mata Atlântica (Rinorea bahiensis e Eugenea cf. ubensis). Foram testados diferentes valores de área basal assintótica (A) com o objetivo de analisar a influência deste parâmetro no comportamento das curvas dec crescimento. Os dados são provenientes de 15 anos de levantamentos realizados em pracelas permanentes instaldas na Reserva Florestal de Linhares, no Esprito Santo, nas quais as espécies foram avaliadas sob duas condições de crescimento diferentes: ambiente natural (mata fechada) e corte seletivo intenso da florestal (50% dos indivduos com DAP~$>$~50cm mais 25% da área basal remanescente). Para o ajuste dos modelos de crescimento utilizou-se uma dapatação da função de Chapman-Richards apresentada por Shifley e Brand (1984) que é tradicionalmente utilizada na área florestal para ajustar modelos de crescimento em função do tamanho. O ajuste dos modelos foi feito utilizando-se regressão não-linear com a taxa de crescimento em área basal em função da área basal no incio do perodo e da área basal máxima (assintótica) de cada espécie. Para ambas espécies, observou-se que a área basal assintótica controlou tanto o ponto de inflexão das curvas como o ponto de máximo crescimento das mesmas, independentemente das condições ambientais às quais as espécies estvam submetidas (mata fechada e corte seletivointenso). Isto sugere que para ajustar tais modelos de crescimento é fundamental o conhecimento da ára basal máxima das espécies em questão, embora este seja um parâmetro de difcil obtenção emprica dada a escassez de dados sobre as espécies da floresta tropical. Grandes desvios deste valor conduzirão a uma interpretação errônea da forma de crescimento das espécies.
    BibTeX:
    @inproceedings{souza-batista-1999,
      author = {Souza, F.M. de and Batista, J.L.F.},
      title = {Modelos não-lineares de crescimento de árvores individuais aplicados a duas espécies da Mata Atlântica},
      booktitle = {44 Reunião da Região Brasileira da Sociedade Internacional de Biometria e 8o. Simpósio de Estatstica aplicada à Experimentação Agronômica},
      year = {1999},
      pages = {117}
    }
    
    Souza, F.M. de e Batista, J. Overstorey and understorey structure and dynamics in restoration forests in São Paulo State, Brazil 2002 45th Symposium of the International Association for Vegetation Science, pp. 122  inproceedings  
    Abstract: Overstorey and understorey structure and dynamics were studied in 10, 9 and 5-year-old mixed native species reforestation areas at Companhia Energética do Estado de São Paulo (CESP) reservoir margins, in western São Paulo State, Brazil. 10 year-old stands differed from 9 and 5-year old ones in the proportion of ecological guilds that were used in the restoration. Understorey structure and dynamics were evaluated in 900 m2 permanent plots, in which six 1- m radius subplots were located for understorey regeneration surveys. Canopy and herbaceous densities were measured with a vertical densitometer, in which cover presence/absence was assessed in points along transects. Trees from 9 year-old plots had similar basal area but greater mean height than 10 year old plots. Regeneration density and richness decreased from 10 to 5 year old plots. Greater mortality values for pioneer tree species and greater recruitment for early, late secondary and climax species, respectively, were observed in all sites, according to secondary succession theory. Herbaceous vegetation persistence was related to the canopy opening in the dry season, varying with the degree of leaf shedding of some species. These results suggest that the proportion of trees from different ecological guilds and deciduousness influence forest structure and dynamics and should be strongly considered in restoration practices.
    BibTeX:
    @inproceedings{souza-batista-2002,
      author = {Souza, F.M. de e Batista, J.L.F.},
      title = {Overstorey and understorey structure and dynamics in restoration forests in São Paulo State, Brazil},
      booktitle = {45th Symposium of the International Association for Vegetation Science},
      year = {2002},
      pages = {122}
    }
    
    Stella, A., Silveira, F.R.X. Filho., Moster, C. & Batista, J. Inventário de Euterpe edulis na Reserva Ecológica de Caitetus 2000 8o. Simpósio Internacional de Iniciação Cientfica da Unviersidade de São Paulo (SICUSP)  inproceedings  
    Abstract: No presente trabalho, foi realizado um inventário de Euterpe edulis, na Reserva Ecológica de Caitetus, localizada entre os municípios de Gália e Alvinlândia, São Paulo; para estudo de conservação genética, coordenado pelo Professor Doutor Paulo Yoshio Kageyama, em convênio com IPEF e IPIGRI. Os objetivos do trabalho foram: realizar um levantamento da população de Euterpe edulis em Floresta Estacional Semidecidual, verificando a distribuição de indivíduos adultos por classes de diâmetro e sua distribuição de regeneração, por classes de tamanho, já que, com a análise desses dados, pretendeu-se comparar três populações locais e a população como um todo, com populações naturais de outras áreas. A metodologia adotada foi amostragem aleatória simples em parcelas 10~$~60, perpendiculares ao rio, 30 metros de cada lado, sendo cada parcela, composta de 6 sub-parcelas de 10~$~10 metros (adultos), 6 de 10~$~2 metros (R2 = 30-50 cm, R3 = 50-200 cm e R4 $geq$ 2 m;$<$ 5 cm de DAP) e 6 de 10~$~1 metros (R1= 15-30 cm). As parcelas foram sorteadas aleatoriamente em trechos de três diferentes cursos d água (nascentes), onde o palmito ocorre em alta densidade. A distribuição da espécie, em Caitetus, concentra-se em áreas ciliares, com a maior densidade de adultos no intervalo de 8 a 12 cm de DAP. Com relação à regeneração, foi constatada a maior densidade em R1, com 12000 indivíduos/ha
    BibTeX:
    @inproceedings{stella-eal-2000,
      author = {Stella, A. and Silveira, F.R.X. Filho and Moster, C. and Batista, J.L.F.},
      title = {Inventário de Euterpe edulis na Reserva Ecológica de Caitetus},
      booktitle = {8o. Simpósio Internacional de Iniciação Cientfica da Unviersidade de São Paulo (SICUSP)},
      year = {2000}
    }
    
    Vanini, A. & Batista, J. Estudo comparativo de dois métodos de amostragem fitossociológica em uma floresta ombrófila densa aluvial - Caixetal 1998 XII Congresso da Sociedade Botânica de São Paulo: Plantas Tropicais: Interações em Ecossistemas Naturais e Agroecossistemas, pp. 85-86  inproceedings  
    Abstract: O present trabalho realizou levantamentos fitossociológicos em três áreas de Floresta Ombrófila Densa (Caixetal); Fazenda Retiro, Fazenda Chauás, Estação Ecológica da Juréia-Itatins, todas situadas no Municpio de Iguape - Vale do Ribeira - SP. Por meio de parâmetros fitossocilógicos de densidade, frequência e dominância, foi calculado o Índice de Valor de Importância (IVI), para as espécies. Nas três áreas foram utilizados dois métodos para selecionar as espécies: o primeiro foi o método de de parcelas de 10$20m, aplicado em faixas distantes entre si 40m, sendo includs todos os indivduos com circunferência mnima de 15cm. O outro método utilizado foi o de parcelas de área variável (princpio de Bitterlich, onde as árvores são selecionadas para amostra por enumeração angular utilziando os fatores 1, 2 e 4. Com o auxlio de um cronômetro foi resgistrado o tempo gasto para executar ambos os métodos, para comparar a eficiência e particidade operacional dos métodos de amostragem. A espécie Tabebuia cassinoides (caixeta) apresentou o maior IVI emtodas as áreas, principalmente por estart totalmente adaptada às condições do solo, que é de saturação hdrica durante todo o ano, resultando numa alta seletividade que diminui o número de espécies. A área que apresentou o menor número de espécies (19), Fazenda Chauás, também foi a que apresentou maior alagamento, seguida da Fazenda Retiro e Estação Ecológica da Juréia-Itatins, que apresentou a maior riqueza florstica (35 espécies). O método de parcela de raio variável apresentou um menor número de espécies em comparação com o método de parcela de área fixa, embora tenha sido gasto apenas metade do tempo para executá-lo.
    BibTeX:
    @inproceedings{vanini-batista-1998,
      author = {Vanini, A. and Batista, J.L.F.},
      title = {Estudo comparativo de dois métodos de amostragem fitossociológica em uma floresta ombrófila densa aluvial - Caixetal},
      booktitle = {XII Congresso da Sociedade Botânica de São Paulo: Plantas Tropicais: Interações em Ecossistemas Naturais e Agroecossistemas},
      year = {1998},
      pages = {85-86}
    }
    
    Viana, V., Tabanez, A. & Batista, J. Dynamics and restoration of forest fragments in the Brazilian Atlantic Forest 1997 Tropical Forest Remnants: ecology, management, and conservation of fragmented communities, pp. 351-365  incollection  
    Abstract: As florestas da Mata Atlântica do Brasil são um dos ecossistemas de floresta tropical mais ameaçados no mundo. Os remanescentes florestais na região do Planalto do Estado de São Paulo são altamente fragmentados, isolados, perturbados e de propriedade privada. No entanto, eles são essenciais à conservação da biodiversidade pois existem poucas reservas de grande extensão na região. Esse trabalho analisa o problema da sustentabilidade de pequenos fragmentos florestais na região de planalto. Os resultados indicam a existência de um processo de degradação dos fragmentos e um aumento na suceptibilidade desses a perturbações produzidas pelo efeito de bordadura ou por fatores antropogênicos, resultando num mosaico de eco-unidades. Práticas de restauração envolvendo plantios de enriquecimento e controle de trepadeiras e cipós nas eco-unidades degradadas parecem produzir bons resultados. A alta vulnerabilidade dos fragmentos a eventos catastróficos (incêndios) é um aspecto crtico na sustentabilidade a longo prazo desses fragmentos.
    BibTeX:
    @incollection{viana-eal-1997,
      author = {Viana, V.M. and Tabanez, A.J. and Batista, J.L.F.},
      title = {Dynamics and restoration of forest fragments in the Brazilian Atlantic Forest},
      booktitle = {Tropical Forest Remnants: ecology, management, and conservation of fragmented communities},
      publisher = {Chicago Press},
      year = {1997},
      pages = {351-365}
    }
    
    Vidal, E., Viana, V. & Batista, J. Crescimento de floresta tropical três anos após colheita de madeira com e sem manejo florestal na Amazônia oriental. 2002 Scientia Forestalis(61), pp. 133-143  article  
    Abstract: Numa área de 210~ha de floresta tropical de terra firme em Paragominas, PA (3o 17' S, 47o 39' W), na Amazônia Oriental, avaliou-se o crescimento em diâmetro à altura do peito (DAP) das árvores que permaneceram na floresta após colheitas madeireiras com e sem manejo florestal. Nessa área de estudo estabeleceram-se têrs tratamentos: 75~ha colhidos sem manejo, 105~ha colhidos com manejo e 30~ha mantidos sem colheita de madeira. Em cada tratamento demarcaram-se áreas de 24,5~ha, nas quais se estabeleceram, aleatoriamente, 20 parcelas de 0,5~ha para a coleta de dados de crescimento de árvores de valor comercial atual com DAP acima de 10 cm. O estabelecimento dessas parcelas e as primeiras medições do DAP foram realizados em 1993. Os DAPs foram remedidos em 1994, 1995 e 1996. Utilizaram-se dois tipos de análise. Na primeira compararam-se as médias de incremento do DAP entre os tratamentos. Na outra comparou-se o incremento em DAP das árvores selecionadas de acordo com a presena de cipós, danos da colheita e iluminação da copa. Na área com colheita de madeira sem manejo, as equipes de colheita derrubavam as árvores sem qualquer planejamento prévio. Em seguida, utilizando um trator de esteira, construram as estradas e os pátios de armazenamento das toras. Ainda utilizando esses tratores, localizavam visualmente as toras derrubadas para em seguida arrastá-las com o trator de arraste até os pátios de armazenamento de madeira. Na área com manejo florestal, 2 anos antes da colheita, a equipe de inventário fez um mapeamento de todas as árvores de valor comercial com DAP maior que 25~cm. Um ano e meio antes de iniciar a exploração, uma equipe cortou todos os cipós presentes nas copas das árvores. Poucos dias antes da colheita, a equipe de planejamento confeccionou um mapa de colheita, marcou trilhas na floresta utilizando fitas coloridas para orientar a extração e localização das estradas e pátios de armazenamento de toras. A derrubada direcional foi utilizada para proteger árvores para futura extração. O arraste foi feito com um trator florestal de rodas equipado com um guincho. Na colheita sem manejo a extração de madeira resultou numa redução de 31% em área basal contra 17% na colheita com manejo. O crescimento em área basal após os têrs anos de intervenção na área com manejo foi 44% superior ao da área sem manejo. O incremento periódico anual para todas as espécies na área de com manejo foi 1,9 vezes maior que o da testemunha e 1,7 vezes maior que o da colheita sem manejo. As árvores sem cipós em suas copas cresceram 2,2 mais do que aquelas com cipós e, as árvores com danos da colheita tiveram crescimento inferior ao daquelas que no sofreram qualquer dano. A espécie na qual se observou maior crescimento foi a Parkia gigantocarpa, com 1,4~cm/ano. A espécie com menor crescimento foi a Lecythis lurida com apenas 0,14~cm/ano.
    BibTeX:
    @article{vidal-eal-2002,
      author = {Vidal, E. and Viana, V.M. and Batista, J.L.F.},
      title = {Crescimento de floresta tropical três anos após colheita de madeira com e sem manejo florestal na Amazônia oriental.},
      journal = {Scientia Forestalis},
      year = {2002},
      number = {61},
      pages = {133-143}
    }
    
    Vidal, E., Viana, V. & Batista, J. Efeitos da exploração madereira predatória e planejada sobre a diversidade de espécies na Amazônia Oriental. 1998 Revista Árvore
    Vol. 22(4), pp. 503-520 
    article  
    Abstract: Avaliou-se o impacto da exploração predatória e da exploração planejada de madeira sobre a diversidade de espécies em floresta tropical, três anos após a intervenção. O estudo foi realizado em Paragominas, na Amazônia Oriental, numa área de 210 ha, sendo 75 ha com exploração predatória, 105 com exploração planejdad e 30 utilizados como área-testemunha. Na exploração predatória não foram usadas as técnicas de manejo florestal, porém estas foram usadas na exploração planejada. A exploração predatória e a exploração planejada foram realizadas em 1993, e os tratamentos foram monitorados até 1996, tendo sido feitas medições anuais de DAP, mortalidade e sanidade das árvores. Os resultados das comparações de diversidade por meio do ndice de Shannon, para cada tipo de intervenção, indicaram que o tramtamento exploração planejada não apresentou diferença significativa na compração de médias pelo teste t, no perodo logo após a exploração (1994) e três anos após (1996), apresentando diferença no tratamento da exploração predatória. Tal fato indica menos danos à biodiversidade. Antes da exploração, foram encontrados 432 indivduos/ha na área-testemunha, 498 na exploração planejada e 439 na exploração predatória. Durante o perodo, houve pequenas ocilações de densidade no tratamento-testemunha. No entanto, no tratamento exploração planejada, por causa da intervenção, houve redução de 16% no número de indivduos e no tratamento exploração predatória, de 20 O número de expécies encontradas no tratamento-testemnunha, exploração predatória e exploração planejada foi de 144, 121 e 151, respectivamente. A mortalidade foi superior ao recrutamento nos tratamentos exploração predatória e testemunha, sendo inferior no tratamento exploração planejada. Na área-testemunha, não desapareceu nenhuma espécie, tendo sido recrutada uma espécie. Na exploração planejada, desapareceram seis espécies (4,0, tendo sido recrutadas três, e na área com exploração predatória nove espécies (7,4 desapareceram e quatro foram recrutadas. Em média, desapareceram 8 indivduos/ha acima de 10 cm de DAP a mais pela exploração predatória, em relação à exploração planejada. Tal fato contribuiu para que houvesse menor redução de diversidade de espécies na exploração planejada que na exploração predatória.
    BibTeX:
    @article{vidal-eal-1998,
      author = {Vidal, E. and Viana, V.M. and Batista, J.L.F.},
      title = {Efeitos da exploração madereira predatória e planejada sobre a diversidade de espécies na Amazônia Oriental.},
      journal = {Revista Árvore},
      year = {1998},
      volume = {22},
      number = {4},
      pages = {503-520}
    }
    
    Vismara, E. de.S. & Batista, J. Modelagem do Crescimento em Florestas Tropicais: Desafios e Potencialidades 2005 NOTESALQ
    Vol. XIV(4), pp. 10-11 
    article  
    Abstract: O Brasil é um país que possui um grande potencial florestal, apresentando em torno de 6,8 milhões de hectares de florestas plantadas e 385 milhões de florestas nativas. Nas florestas plantadas o cadastro em conjunto com o inventário florestal contínuo, permite um acompanhamento do crescimento e da produção, os quais possibilitam definir a rotação tecnica e também a rotação econômica, amparando tais definições em modelos de classificação de sítio e de prognose do crescimento e da produção. Nas florestas nativas, além de toda a complexidade de sua composição, com um grande número de espécies com as mais diferentes características silviculturais, ecológicas e tecnológicas, poucas são as informações de como as plantas crescem, seja em áreas intactas, ou seja em áreas anteriormente exploradas. O conhecimento sobre o crescimento e a idade das árvores fornece importantes informações sobre o desenvolvimento das populações vegetais, as interferências sofridas pelo ecossistema ao longo do tempo, as práticas de manejo florestal visando o desenvolvimento sustentável e o ciclo do carbono na floresta. O crescimento arbóreo pode ser definido como o aumento das dimensões (diâmetro, altura, área basal, volume, biomassa e outros) de uma ou mais árvores, num dado período de tempo ou, restringindo-se a partes da planta (células, galhos, folhas ou raízes) pode-se expressar o crescimento pelo aumento da extensão destas. O crescimento de árvores depende de fatores como a disponibilidade dos recursos ambientais (luz, água, nutrientes) e espaço físico (por exemplo, que não haja impedimentos por cipós). Outros fatores que influem no crescimento são o tamanho e a constituição genética da árvore bem como sua história de desenvolvimento. Cada fator afeta, sozinho e em conjunto, o crescimento das árvores. As taxas de crescimento de árvores são altamente variáveis. Existem grandes variações entre espécies, bem como entre árvores da mesma espécie, porém de diferentes tamanhos ou constituição genética, ou ainda estabelecidas em diferentes ambientes. Em contraste, o crescimento de uma árvore individual durante períodos sucessivos é muito menos variável. Árvores de tamanhos parecidos podem ter grandes diferenças de idades. De outro lado, árvores da mesma idade podem alcançar diferentes tamanhos. Assim, árvores de mesmo tamanho ou idade podem crescer em taxas desiguais, dificultando estimativas da trajetória de crescimento, bem como de seu tempo de vida As estimativas do crescimento e idade de árvores em florestas tropicais incluem vários métodos, sendo as simulações das curvas de crescimento através da medição do crescimento periódico anual um dos mais discutidos. A técnica considera que o crescimento arbóreo é uma relação direta com o diâmetro, estimando valores médios e máximos a partir das medidas do incremento periódico em intervalos de tempo sucessivos e iguais. Supõem-se que a partir da extrapolação dos registros de crescimento realizados em curtos períodos possa-se estimar o crescimento por longos períodos de tempo em árvores tropicais. Porém, as grandes variações no crescimento entre árvores confundem os esforços para produzir estimativas mais próximas da realidade. Por isso, a determinação das taxas de crescimento médias e máximas tem sido substituída por cálculos estatísticos do crescimento arbóreo. Mas o crescimento arbóreo é um processo complexo. A vasta maioria dos modelos é excessivamente simplificada, fazendo que muitas variáveis, que influem nesse processo, permaneçam inexplicadas. Devido à complexidade do crescimento arbóreo, uma simples árvore não é suficiente para a simulação das curvas de crescimento. São necessários mais indivíduos para providenciar mais informações sobre as possíveis curvas de crescimento para as espécies. Em ecossistemas mais estudados as simulações matemáticas fornecem bons resultados para crescimento e a idade das árvores. Porém esses modelos são ainda muito incipientes e não possibilitam conclusões mais aprofundadas sobre crescimento, idade e dinâmicas das populações de árvores em florestas tropicais. É necessária, pois, a validação de modelos mais acurados que combinem melhor os conhecimentos em Ecologia Florestal com as técnicas estatísticas.
    BibTeX:
    @article{vismara-batista-2005,
      author = {Vismara, E. de S. and Batista, J.L.F.},
      title = {Modelagem do Crescimento em Florestas Tropicais: Desafios e Potencialidades},
      journal = {NOTESALQ},
      year = {2005},
      volume = {XIV},
      number = {4},
      pages = {10-11}
    }
    

    Created by JabRef on 31/03/2010.

    biometria/parsival/artigos-cientificos/prod-biblio.txt · Última modificação: 2015/08/10 20:48 (edição externa)